Capítulo 37

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Quando Bianca saiu do banheiro de camisola, Maria Eduarda já estava de pijama a esperando deitada na cama.

Bianca se deitou ao lado de Maria Eduarda, e ela percebeu que Bianca havia tentado ocultar a vermelhidão do rosto o lavando vezes seguidas, mas suspeitava que ela houvesse chorado mais.

Bianca se cobriu e virou para Maria Eduarda.

- Sabe o que eu acho? - Perguntou Maria Eduarda, baixinho. - 

- Hum? - Murmurou Bianca.

- Nós podemos inverter isso.  -

- E como? - Perguntou Bianca, fungando. 

- Eu vou provar para você que você mais me ama que me odeia. - Disse Maria Eduarda, acariciando o rosto de Bianca carinhosamente.

- Maria Eduarda, não é algo pelo qual lutar. Não faça isso, só vai nos fazer sofrer ainda mais. -

- Você é algo pelo qual vale a pena lutar. Eu só peço que não proteste. Esqueça sua mãe, vamos passar amanhã realmente como um casal. - 

- Você quer provar para Gabriela que nos amamos... e assim fazê-la nos ajudar com minha mãe? Maria Eduarda, isso não vai adiantar. - 

- Não pense nisso, deixe tudo comigo, eu dou um jeito. - 

- Eu... eu não sei. - 

- Então não se preocupe com isso. - Pediu Maria Eduarda, a abraçando pela cintura e a trazendo para perto. - Vai dar tudo certo. - 

Bianca a abraçou devagar, como se estivesse incerta.

- Obrigada. - Sussurrou, a cabeça em seu ombro, o nariz roçando seu pescoço.

- Eu amo você. - Disse Maria Eduarda.

- Hoje mais cedo... quando você disse e eu não... eu quebrei o roteiro. - 

- Pode dizer agora. Gabriela sabe que é o momento perfeito. - 

Bianca sorriu.

- Eu amo você, Maria Eduarda. - 

Era como se fogos de artifício estivessem estourando em todos os lugares possíveis, com um sorriso irrefreável, Maria Eduarda se aproximou o suficiente para encostar seus lábios. 

- Repete? - Pediu.

- Eu amo você, Maria Eduarda. - Disse Bianca, sorrindo, só para agradá-la.

E Maria Eduarda a beijou.


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