Dentre as quatros paredes prestes a desabar de um casamento já em ruínas, Simone escuta atenta a confissão do marido sobre a quebra de uma única promessa feita entre os dois.
Diferente da imagem pacífica que a sociedade tem sobre ela, o sangue da m...
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Me sinto novamente como um adolescente descobrindo o mundo pela primeira vez.
A Grande e inegável diferença é que desta vez o mundo tem nome, sobrenome e olhos castanhos que se comunicam comigo sem palavra alguma.
Não posso deixar de dizer que esse mundo também tem os lábios cheios, macios, um gosto único e que me deixa pulsando e ansioso como nunca antes.
Amo como seu corpo reage a cada toque, como ela vibra diante de minhas carícias e tudo o que quero ali naquele instante é cumprir as palavras tão impensadas que cuspi na cara daquele imbecil que ela chamava de marido.
Quero beijar seu corpo inteiro, tê-la em minha boca e escutar sua voz se perdendo dizendo meu nome enquanto sinto todo o canto de pele que puder alcançar.
Nós não usamos palavras por um longo momento, mas além de seus olhos quando nos afastamos um pouco entre beijos, vejo as reações de seu corpo.
Dizer que ela vibra não é uma metáfora.
Simone treme ao meu toque, uma ansiedade com respirar entrecortado, seu corpo erguendo-se em minhas carícias na procura de mais e eu tento, tento copiosamente fazer aquilo durar tanto quanto puder.
Suas pernas pressionam firmes uma contra a outra, e quando deslizo minha mão por ela, segurando sua coxa e nos movendo apenas para me ajoelhar entre elas, Simone geme e mordisca o lábio em um ato que me deixa literalmente babando a cueca.
Nunca nenhuma mulher foi tão recíproca e tão espontânea ao meu toque. Isso me fascina profundamente.
Corro minha boca em seu pescoço, adorando suas unhas em meus cabelos, em meu pescoço, sua outra mão que se perde debaixo de minha camisa.
Seu cheiro é o paraíso, o leve adocicado e floral misturado ao odor que eu sei ser somente dela.
Não resisto ao correr minha língua no ponto de pulso em seu pescoço, o leve sabor salgado de seu suor já aparecendo ali e porra, sinto que se ela apenas me pegasse em sua mão naquele momento seria capaz de gozar como nunca antes.
Me afasto de Simone como quem se queima, ajoelhado entre suas pernas, meus olhos nos seus quandro corro minhas mãos firmes em suas curvas, primeiro em seus ombros, então em seus seios me demorando apenas um momento ali ouvindo seu ofegar.
Corro mais abaixo, segurando seu vestido em um amontoado em minhas palmas e sou capaz de enlouquecer quando ela ergue os braços, mordisca o lábio inferior e espera que eu puxe seu vestido.
O faço rapidamente, deixando o tecido amontoado junto do encosto do sofá e então meus olhos estão diretos nela. Encaro suas pupilas, percorro meus polegar em seus lábios cheios e Deus me ajude, o conjunto simples e sem frescuras castanho como seus olhos me deixa fervendo.
—Oh Deus... —acabo ofegando.
Não posso deixar de me inclinar contra ela, outra vez apoiado em meu punho, eu vibrando desta vez quando ela ergue o rosto em minha direção e seus lábios encontram os meus no meio do caminho.