024

5.3K 162 234
                                        

O avião havia aterrissado, mas parecia que o amor deles estava apenas decolando. Conversaram a viagem inteira, riram, trocaram carícias sutis. Ao desembarcarem, seguiram direto para uma lancha que os levaria até um pequeno paraíso particular — uma ilha com uma casa de frente para o mar. Um presente dos meninos, uma surpresa de Tom.

Assim que chegaram, Tom a pegou no colo com um sorriso apaixonado.

— Não precisava disso, amor... — disse ela, rindo.

— Precisava sim. Sempre sonhei fazer isso com a mulher da minha vida.

Ao entrarem, caminharam abraçados pela casa até o quarto. A vista era deslumbrante. O mar emoldurado pela janela parecia uma pintura viva.

— Perfeito... — ela sussurrou.

— Sabia que você ia amar.

Tom a abraçou por trás, depositando beijos quentes no pescoço dela. Mas ele logo se afastou, com um suspiro cansado.

— Amor, sei que é nossa lua de mel, mas tô esgotado. Podemos aproveitar amanhã?

— Claro que sim. Eu entendo, amor. Dorme, você merece descansar.

— Te amo tanto.
— Eu também, meu amor.

Ela ficou um tempo no sofá, observando o mar, a brisa leve, o som das ondas. Mais tarde, deitou-se ao lado dele, adormecendo tranquila.

No dia seguinte...

Tom despertou primeiro. O sol filtrava pela janela, e S/N ainda dormia, vestindo apenas uma lingerie clara. Ele sorriu, passando a mão pelo corpo dela e beijando suavemente suas costas. Ela se arrepiou, acordando devagar.

— Bom dia, princesa...

— Bom dia, amor...

— Você não tem ideia do que essa lingerie tá fazendo comigo.

Ela riu, provocante.

— Claro que tenho. Foi intencional.

Ele a puxou para o colo com um olhar cheio de desejo.

— Você é muito gostosa, sabia? Isso é tortura pra mim.

Beijaram-se com intensidade. Tom a deitou com carinho, e aos poucos, entre beijos e carícias, seus corpos se encontraram. O toque dele era preciso, firme, e os gemidos dela, abafados pelo beijo, tornaram o momento ainda mais quente. O amor deles era um fogo que nunca apagava, mesmo nos momentos mais doces.

Depois, ainda ofegantes, se abraçaram.

— Eu te amo muito, Tom.

— E eu te amo mais do que posso explicar.

Ela se levantou para preparar o café da manhã, e ele ficou admirando o mar, mexendo no celular.

— Estava falando com a sua mãe. Perguntei da nossa princesa.

— E ela?

— Chorou quando saímos... só se acalmou com uma camisa minha.

— Minha bebê... ela é muito apegada a nós, principalmente a você.

— Somos os pais dela, é natural. Ela só tem dois aninhos e ama a gente do jeito mais puro que existe.

Tom se aproximou e a beijou na testa.

— Eu entendo que não dava pra trazê-la, a gente também precisava desse tempo. Mas temos que voltar aqui com ela um dia.

🎸 Entre Acordes e Destino- Tom kaulitzOnde histórias criam vida. Descubra agora