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S/N despertou devagar, notando o espaço vazio ao lado. Tom já havia acordado. Com preguiça nos músculos e saudade no peito, ela levantou-se e foi direto para o banheiro. Despiu-se lentamente, sentindo a água quente cair sobre a pele. Estava absorta em seus pensamentos quando sentiu um olhar atrás de si. Ao virar, viu Tom encostado no batente da porta, olhando-a de cima a baixo com aquele sorriso safado nos lábios.

— Posso tomar banho com você? — ele perguntou com um olhar faminto.

— Você ainda pergunta? Sério?

— Ué, vai que você não quer dividir esse momento comigo...

— Tom, eu não sou doida, claro que quero.

Ele riu, entrou no box e não perdeu tempo. Suas mãos imediatamente tomaram posse do corpo dela — uma apertava sua cintura, a outra sua bunda.

— Você me provoca, eu retribuo, amor.

— Você tem as mãos mais bobas do mundo, sabia?

— Bobas não. Exploradoras. — murmurou ele, antes de colar seus lábios nos dela.

Logo o clima esquentou. Tom segurou firme uma das pernas dela, encaixando-se com precisão e começando a estocá-la devagar, aumentando o ritmo com intensidade. Ela gemia entre beijos, pedindo mais. Tom obedecia, sugando os seios dela, pressionando-a contra o azulejo quente, até que ambos chegaram ao limite, ofegantes.

— Você é muito gostosa, sabia? — ele sussurrou, beijando-a com carinho.

Tomaram banho, trocaram de roupa e logo S/N foi até o quarto de Alice, pegando a pequena no colo com um sorriso carinhoso.

Depois de dar banho nela e vesti-la...

— Eita, que princesa linda do papai! — disse Tom, recebendo um beijo carinhoso da filha.

Saíram para um passeio. Mal haviam chegado na rua e já surgiam paparazzi, mas S/N preferiu ignorar. Colocaram Alice na cadeirinha do carro e seguiram para o shopping.

No caminho, Tom tocou em um assunto delicado.

— Amor... você já pensou em voltar à sua carreira?

— Já, claro. Mas eu não consigo imaginar nossa filha vivendo longe de nós dois, cada um indo pra um canto. Não quero isso pra ela.

— Isso nunca vai acontecer. Eu te amo, amo a nossa família. Podemos dar um jeito.

— Por isso quero seguir na carreira de modelo. Assim posso estar com vocês. E se for preciso, vou até em turnê com você.

— Você sabe o quanto isso me deixaria feliz.

Chegaram ao shopping, e Alice correu direto pra dentro, indo até uma loja de pelúcias.

— Papai, papai!

— Outro ursinho, filha?

— O quarto dela já está lotado, — comentou S/N, cruzando os braços.

— Só mais um não vai matar, amor. — disse Tom, entrando na loja e comprando o tal ursinho.

Alice pediu sorvete, mas Tom foi firme.

— Depois do almoço, princesa. Prometido.

Enquanto caminhavam, algumas fãs de Tom apareceram.

— Tom, podemos tirar uma foto?

— Claro! É sempre um prazer.

Uma das meninas se aproximou demais. S/N viu quando ela encostou nele, e ele, por impulso, segurou a cintura dela, apertando de leve. Foi o suficiente para S/N pegar Alice no colo e sair dali com o coração acelerado.

🎸 Entre Acordes e Destino- Tom kaulitzHistórias para pegar e não largar. Descubra agora