{07:30 da manhã}
S/N acordou devagar, os olhos ainda pesados, mas o coração leve ao ver os dois pequenos dormindo tão tranquilos. Beck ressonava baixinho em seu bercinho, e Alice estava encolhidinha ao lado dele, como se fosse a protetora natural do irmãozinho.
Ela se levantou sem fazer barulho, se aproximou dos dois e passou delicadamente a mão no rosto da filha e depois no do bebê. Era aquela imagem — pura, simples e tão forte — que a fazia esquecer todo o cansaço.
Seguiu até o banheiro, pegando a escova de dentes. Alguns minutos depois, com os cabelos ainda molhados e o corpo enrolado na toalha, entrou no quarto e viu Tom se espreguiçando na cama, com os cabelos bagunçados e o olhar ainda sonolento.
— Bom dia, querida. Dormiu onde, hein? — ele perguntou com um sorriso torto.
S/N riu baixo.
— No quarto do Beck. Ele chorou de madrugada, mas quando cheguei... já estava calado. Alice tinha se enfiado lá e estava dormindo com ele. Você precisava ver, foi a cena mais linda que já vi.
Tom sorriu, se levantando e indo até ela para lhe dar um selinho demorado.
— Acho que a gente tá criando dois de ouro, hein? O Beck já nasceu abençoado com uma irmã assim. E você... fica perfeita com essa saia. Já disse o quanto eu amo te ver assim?
Ela revirou os olhos, divertida.
— Depois de duas gestações, às vezes acho meu corpo estranho, meio diferente.
— Diferente? — ele segurou sua cintura com firmeza e a puxou. — Você tá ainda mais linda. Te juro. Toda mulher muda depois da maternidade, mas você... você floresceu.
Ela sorriu, tocada pelas palavras.
— Agora vai fazer o café da Alice, que eu vou acordar a moça. Temos escola hoje.
Tom piscou para ela e foi direto para a cozinha.
S/N seguiu para o quarto das crianças e encontrou Beck ainda dormindo, mas Alice já se espreguiçava. Pegou a filha no colo e foi para o banheiro dar o banho nela. Depois de vesti-la, fez um rabo de cavalo alto, deu alguns beijinhos e soltou um elogio:
— Você tá linda, minha princesa.
Alice correu para a cozinha, onde Tom já estava terminando de preparar a mesa. Pouco depois, S/N também chegou com Beck nos braços, já o amamentando enquanto todos tomavam café juntos.
Depois do café, escovaram os dentes e desceram juntos até o carro. Já dentro, Tom puxou conversa com Alice:
— E a escola, meu amor? Como você tá lá?
Alice hesitou, murchando um pouco.
— Tem umas meninas novas... Elas ficam implicando comigo e com a Michelle. Falam que minhas notas são boas só porque vocês são famosos e doam coisas pra escola.
S/N se virou imediatamente para trás, olhando a filha com firmeza.
— Elas disseram isso? Você é uma das meninas mais inteligentes que conheço. Não é culpa sua se outras crianças não têm pais que incentivam os estudos. Isso não vai ficar assim.
Alice assentiu.
— Eu e Michelle estudamos muito, mamãe. Mas... elas comparam vocês com os pais delas. Dizem que somos "diferentes demais".
Pouco depois, chegaram na escola. Assim que estacionaram, viram Michelle e a mãe dela, Stefany, vindo na direção deles.
— S/N, você já sabe o que essas meninas estão fazendo? — disse Stefany, indignada. — Minha filha tá sofrendo muito com isso também.
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🎸 Entre Acordes e Destino- Tom kaulitz
Fiksi PenggemarS/N, uma garota de 16 anos apaixonada por música, leva uma vida simples, mas cheia de sonhos. Fã incondicional da banda Tokio Hotel, ela se inspira no som, na atitude e principalmente no guitarrista Tom Kaulitz, por quem nutre um amor platônico prof...
