007

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A noite já tinha se acomodado no silêncio da casa quando todos resolveram dormir. O filme terminara havia algum tempo, e o único som que ainda ecoava era o tic-tac distante do relógio na parede. A luz suave da luminária deixava o quarto em meia penumbra, e ali, sentados na cama, estavam apenas Tom e S/N. Os dois não pareciam cansados — havia algo mais forte do que o sono ali: um sentimento crescente, urgente, quase incontrolável.

— Eu te amo tanto — sussurrou S/N, com os olhos brilhando em meio à pouca luz.

Tom a olhou nos olhos por longos segundos, como se absorvesse cada palavra.

— Eu também te amo, princesa. Mais do que consigo explicar — respondeu, com a voz rouca e sincera.

Ela sorriu, se aproximando e sentando em seu colo com delicadeza. As mãos de Tom deslizaram naturalmente até sua cintura, puxando-a para mais perto. S/N rebolou de leve no colo dele, provocando um gemido baixo que escapou da garganta de Tom. Os lábios se encontraram, e o beijo que começou suave logo se transformou em algo urgente, faminto. O calor entre os dois crescia rápido demais, como um incêndio incontrolável.

As mãos de Tom percorriam o corpo dela com adoração e desejo, até que, com movimentos lentos, ele foi tirando suas roupas. S/N fez o mesmo com ele, sem desviar o olhar. Não havia pressa, mas havia intensidade.

Quando ela o montou, começando a cavalgar com ritmo, Tom mordeu o lábio inferior, segurando sua cintura com força, guiando seus movimentos com firmeza. Os gemidos abafados se misturavam com a respiração ofegante. O prazer era mútuo, urgente, delicioso. A cama rangia em compasso com os movimentos deles, e Tom, atento para que ninguém os ouvisse, colocou a mão sobre a boca de S/N, sorrindo contra sua pele quando ela gemeu seu nome.

— Tom... — ela sussurrou entre dentes.

— Shhh... — ele riu baixo, malicioso. — Assim você vai acordar a casa toda, amor.

As estocadas se intensificaram quando ele a deitou de costas, assumindo o controle. O quarto parecia ser o único lugar do mundo naquele momento. Até que, ofegantes, os dois chegaram ao limite, juntos. Tom colapsou ao lado dela e a puxou para um abraço apertado, cobrindo seus corpos com o lençol.

— Vamos descansar um pouco, amor — disse ele, com um beijo na testa.

— Tá bom, meu amor — respondeu S/N com um sorriso bobo nos lábios, ainda em êxtase, derretida pela forma como ele a chamava.

Adormeceram de conchinha, envoltos no calor do outro, como se nada pudesse separá-los.

No dia seguinte...

Tom on

Tom acordou primeiro. O sol já invadia o quarto com timidez pelas frestas da cortina. Ele virou o rosto e encontrou S/N ainda dormindo, com uma expressão serena e leve. Sorriu, tocando de leve a bochecha dela antes de depositar um beijo em sua testa.

Levantou-se silenciosamente e foi ao banheiro. Depois do banho, escovou os dentes e vestiu uma roupa qualquer, indo para a cozinha. Bill já estava por lá.

— Bom dia, Tom. Acordou cedo hoje — disse Bill, tomando um gole de café.

— Bom dia, Bill. É... não consegui dormir muito. Coisa da cabeça.

— Hm... já sei. O nome começa com "S" e termina com "N" — brincou o irmão com um sorriso sugestivo.

Tom riu, sentando-se.

— Cala a boca, idiota — respondeu, pegando uma panqueca.

S/N on

🎸 Entre Acordes e Destino- Tom kaulitzHistórias para pegar e não largar. Descubra agora