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S/N acordou com uma leve dor no corpo e a luz branca do hospital iluminando o teto acima de si. Seus olhos ainda estavam ajustando à claridade quando a porta se abriu, revelando o médico com uma prancheta na mão e um sorriso gentil nos lábios.

Médico: — Sra. Kaulitz, você realmente tem um anjo da guarda. Seus exames mostram apenas escoriações leves. Nenhum trauma grave. Você teve sorte... e coragem. Arriscar-se por sua filha? Isso não tem preço.

Ela apenas assentiu, um suspiro aliviado escapando de seus lábios. Assim que o médico saiu, a porta se abriu novamente — dessa vez revelando Tom, Bill, Gustav, Georg... e a pequena Alice, adormecida no colo do pai.

S/N (ansiosa): — Alice... ela tá bem?

Bill: — Ela tá ótima, princesa. Você salvou a vida dela.

Georg caminhou até a cama e a abraçou com carinho, beijando sua testa. S/N tentou sorrir, mas os olhos marejados de Tom a fizeram estremecer por dentro. Ele parecia destruído, como se carregasse o mundo nas costas.

S/N (com a voz suave): — Amor... eu tô bem. Você pode respirar agora.

Tom se aproximou, com os olhos brilhando de emoção. Beijou a testa dela devagar e colocou Alice com cuidado ao seu lado na cama.

Tom: — Você... você se jogou na frente de um carro. Você quase... Eu vi minha vida inteira em risco. Você e a nossa filha são tudo pra mim.

S/N: — E vocês são tudo pra mim. Meu instinto só... agiu. Não havia escolha. Eu faria tudo de novo.

Tom a abraçou apertado, sem dizer mais nada. Só sentindo o coração dela batendo forte. A mulher que ele amava estava viva. E isso era tudo que importava.

De volta pra casa

Após receber alta, o clima foi de alívio — mas também de cuidados. Enquanto Tom tentava manter a calma, era visível o peso emocional nos olhos dele. Já em casa, ele se sentou na beira da cama, as mãos na cabeça. S/N entrou no quarto, observando-o em silêncio por alguns segundos antes de se aproximar e se ajoelhar em sua frente.

S/N (baixinho): — Amor... fala comigo. Eu te conheço. Você tá sobrecarregado.

Tom: — Eu tô tentando manter a calma, mas hoje... foi demais. Quando eu vi aquele carro... o grito da Alice... você no chão. Eu achei que tinha perdido tudo.

Ela acariciou o rosto dele e o puxou para um beijo lento, terno. Depois se levantou e disse suavemente:

S/N: — Vai descansar. Eu cuido de tudo. De nós.

Enquanto Tom dormia profundamente, ela preparou o jantar de Alice, deu banho nela e a colocou para dormir com todo o carinho do mundo. Era como se cada gesto agora tivesse um novo peso, uma nova gratidão por estar viva.

Na manhã seguinte

Tom acordou antes. Foi ao banheiro, lavou o rosto, escovou os dentes... e ao voltar para o quarto, viu S/N ainda dormindo. O pijama dela tinha subido um pouco, revelando parte de sua bunda. Ele mordeu os lábios com um sorriso malicioso. Caminhou até a cama em silêncio e deu um leve tapa na bunda dela, seguido de beijos provocantes.

Tom (sussurrando): — Bom dia, minha deusa.

S/N (sorrindo, ainda com os olhos fechados): — Bom dia... seu safado.

Tom subiu por cima dela, beijando suas costas, descendo lentamente até tirá-la da calcinha com cuidado. Seus dedos deslizaram entre suas pernas, encontrando seu ponto mais sensível, e ele começou a estimulá-la com firmeza.

S/N (gemendo baixo): — Hmm... você não perde tempo, né?

Tom: — Com você? Nem um segundo. Você quase morreu ontem, amor... hoje eu quero te lembrar de cada razão pela qual tá viva.

Depois de a provocar com seus dedos, ele a beijou com desejo e desceu para chupar sua intimidade com maestria. S/N segurava os lençóis, gemendo abafado, quando a voz de Alice soou do outro lado da porta.

Alice: — Mamãe?

S/N arregalou os olhos, e Tom, entre risos e gemidos, continuou os movimentos, estocando dentro dela com intensidade e controle.

S/N (tentando responder, quase sem ar): — Já... tô indo... meu amor...

Eles chegaram ao ápice quase ao mesmo tempo, trocando um olhar cúmplice. Tom deu um beijo na testa dela, e logo os dois estavam no banheiro, rindo e tomando banho juntos antes de se arrumar para o café.

Café da manhã & Revelações

Na cozinha, todos estavam sentados tomando café. Alice comia feliz, e os meninos riam das provocações sobre a noite do casal.

Bill (brincando): — Foi bom, né Tom?

Tom (fazendo-se de desentendido): — Não sei do que você tá falando...

S/N ficou vermelha, escondendo o rosto. Mas os risos foram interrompidos quando Bill tocou em um assunto mais delicado.

Bill: — Ela te contou sobre o que conversamos?

Tom: — Que conversa?

S/N (olhando para Bill com um leve puxão de orelha): — É sobre... um possível segundo filho.

Tom ficou em silêncio por alguns segundos, depois respirou fundo e levou a mão ao rosto dela com carinho.

Tom: — Eu não quero agora, amor. Alice veio como uma surpresa, e é a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Mas agora... tudo está voltando ao ritmo, tem a turnê, a pressão...

S/N: — Eu entendo. De verdade. Às vezes eu fico confusa. Quero, depois penso melhor e vejo que talvez não seja o momento certo.

Tom: — Quando for a hora... a gente vai saber. Mas uma coisa é certa: você é a mulher da minha vida. E a melhor mãe que Alice poderia ter.

Destino: Paris

Após arrumar as malas e pegar o voo com a banda, a chegada em Paris foi calorosa. Fãs esperavam no aeroporto, e a energia da cidade fazia o coração de S/N bater mais forte.

Alice (gritando animada): — Titio Bill, vou cantar Monsoon com você!

Bill (rindo): — Temos uma nova estrela na banda, pessoal!

Na piscina... e um reencontro indesejado

No fim da tarde, no hotel com piscina, S/N estava deslumbrante com o biquíni que Tom havia lhe dado. Ela foi buscar bebidas para ela e Bill quando uma mulher se aproximou.

??: — Olá, tudo bem? Eu sou a Peige.

S/N (educada, mas com intuição acesa): — Tudo ótimo... prazer, S/N.

Ela a reconheceu de imediato. Peige era uma ex-affair de Tom dos velhos tempos. O sorriso da mulher era simpático, mas seus olhos diziam outra coisa. Ao voltar para a mesa, S/N comentou em voz baixa para Bill:

S/N: — Aquela é a Peige. Se ela tentar alguma coisa, eu mesma dou um banho de piscina nela.

Encerramento da noite

Alice dormiu tranquila após brincar na água. S/N e Tom ficaram no quarto, deitados, conversando baixinho. Ele a abraçou por trás e beijou seus ombros.

Tom: — Amanhã é dia de show. E você vai estar na plateia, sorrindo como sempre, minha luz.

S/N (sorrindo): — Sempre estarei. Por você. Por nós.

Continua...

🎸 Entre Acordes e Destino- Tom kaulitzHistórias para pegar e não largar. Descubra agora