" Duas almas destruídas que desfrutam do mais puro prazer, ela é vivida quando as peles se tocam a luxúria desperta o líbido, a excitação o puro prazer. Um sabor marcante e os gemidos eróticos que expressam apenas prazer e luxúria
Destinados a se en...
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Ser julgado como “ Capeta” me fez ser quando crescer, ela não morreu por minha culpa, é sim por não aguentar o peso de ter eu como filho, virei o próprio demônio antes de ser traficante. Matei quem eu amava, sem eu querer sem eu ter a convivência de como iria lhe pedir desculpas. Engoli em seco, tentando àquilo novamente na minha mente.
Flashback.;
Meu corpo tremia olhando aquilo, minha madrinha me pedia calma, nego com a cabeça doendo pra caralho. Minha mente estava escura e escondendo meus sentimentos, eu me sentia venerável na frente dele, meu peito ardia em culpa daquilo.
Juliano: Você matou ela, isso tudo é culpa tua. Seu moleque, vagabundo, você a tirou de mim – Seu cheiro exaltava a cachaça e drogas, meu braço ardia pelo fogo, que ele havia me tampando.
–– Eu livrei ela de você, eu não ah matei, eu iria Jamais matar ela – Engolir o único fio de saliva que estava em minha boca que secava no ódio.
Juliano: Você a matou, sim, você e o inferno, ela queria ter você, eu não sempre desejei sua morte – Fecho os olhos sentindo meus músculos contraindo com força, eu não posso.
Janaína: Darlan, não fale isso – Meus olhos lacrimejando, me deixando pela primeira vez vulnerável.
–– Eu não pedir pra nascer, ainda mais filho de um drogado e uma prostituta – Murmuro com ódio na minha fala, na hora da raiva isso sai da minha boca, sem poder reprender esse meu comentário, ele avança no meu pescoço me deixando sem ar como nós últimos dias...
Ter doze anos não diz que a minha cura já nasceu ou vai nascer, pra mim não existe amor. Tudo é puta, não tem mulher que mude minha mente, papo reto, cresci e nasci nessa porra de mundo, quando tu tem amor e um papo que deve abraçar e não solta, quando não tem. Tu carrega, uma glock, acreditando na ilusão da glock de pentão reserva.
Janaína: Darlan! Solta, ele, Pedro... Meu menino, solta ele Darlan – Ela bate contra o braço do drogado, meu sorriso diabólico surge novamente em meus lábios, ele aperta me fazendo perde o ar.
Juliano: Tira a mão de mim Janaína – Com sua força por ser um homem ele me joga com sua força contra a parede de cimento batido, e puxa bruscamente o cabelo da minha madrinha.
Janaína: Você está perdendo o controle, Juliano olha seu filho – Sua lágrima descendo seu rosto vermelho pela raiva e dor.
Juliano: Ele não é meu filho, essa praga nunca será meu filho – Me sinto Tão vulnerável, limpo o sangue descendo pelo meu nariz ardendo em seguida.
–– Eu te odeio, drogado de merda – Praguejo baixo, Não deixando ele ouvir. A dor na minha coluna, me faz gemer de raiva olhando ele.
Janaína: O que você está sentindo? Pedro? – Ela se solta vindo, até mim, não seria a primeira vez que eu ia pra upa do morro por causa do filho da puta do meu genitor.
Juliano: Isso drama de criança, eu não fiz nada demais – Fecho meus olhos me negando a olhar seu rosto de cachorro sem dono, quando o efeito da droga passa ele fica manso, e quando a abstinência vem fica agressivo... Podia sentir meu corpo doer, e minha visão ficar preta novamente eu estava perdendo a consciência....
Flashback off;
Babilônia: Talibã?! Porra – Levo meu olhar sério, passando por seu rosto devagar a barba feita e o cabelo cortado, seu rosto me encarava sorrindo.
–– Colfoi? Tink Bell – Escuto a risada do mestre que gargalhava feio pra caralho, porra.
Babilônia: Não sei porquê o George tá rindo, tá faltando só a PEPPA – Babilônia cruza os braços me olhando, reviro os olhos acendendo um baseado.
Mestre: George Teu cu no meu pau, arrombando do caralho – Meus lábios se formam em um sorriso de canto, arrumo o boné na cabeça, tragando o fino.
–– Colfoi? – Gesticulo com a cabeça procurando alguém pelo olhar.
Mestre: Ela do outro lado – Franzo o cenho, olhando ele.
Babilônia: Finge que não entende, pagou legal a Kátia – Escuto ele o mestre soando no meu ouvido papo reo aguenta esses dois, eles fode e não fode papo reto, só merda andar do lado deles.
–– Vai ver pagar a Kátia quando eu comer teu cu, Otário – Passo a mão no Canto do nariz Franzindo o mesmo.
Babilônia: Eu quero, mermo, parça pode comer de graça – me afasto pegando meu copo de whisky em cima da mesinha, o whisky do mais caro ostentando, cartão, iPhone e dinheiro. Na mesa do chefe, desce combo, e faz as piranhas descer e subir querendo patrocínio com os fortão do Lins.
Encaro seus olhos pretos iguais os de uma felina com as pupilas dilatadas e sorrindo quando oferecem mais um cigarro de palha, pretinha Safada... Ela sorri pra mim, mostrando seu estado de vulnerabilidade, ela não está tão sóbria, mas nem tão longe de si, está apenas me olhando com muita malícia me deixando duro.
Lembrando daquela boquinha macia, papo reto, sou doido para aquela boquinha fazer um carinho em mim, a preta desde sempre foi aquelas que destacava nas Demais pô, seu corpão sempre em calça jeans apertada e uma blusa branca da farda da escola. Os tênis da Nike, e o cordão fino de ouro sempre o pescoço. Aisha tem o sorriso que faz malandro surta, e a boca carnudinha pra caralho.
Babilônia: Tá babando em tio, porra – Ele murmura abaixando o tom quando a Jenifer passa por ele empinando a bunda dando um sorriso – que isso morena.
Mestre: Tá porra, mó atacante – Engoli saliva molhando os lábios..
Aisha leva o copo na boca virando de costa pra mim empinando a bunda gostosa dançando a música que estava tocando, desço meu olhar pela mini saia destacava na pele preta que chamava minha atenção, podia sentir aquele cheiro doce de longe, meu pau duro só de imaginar ela nua pra mim, deito a cabeça na parede ajeitando a bandoleira no ombro tragando o baseado.
–– Pretinha – Rosno, baixo vendo ela descer no ritmo brusco da música do baile, ela sorri pra loira que me olha negando com a cabeça e faz a Aisha subir e descer novamente. Ela faz o quadrinho mais saliente que eu já vi, porra, a bunda dessa mina parece ter vida própria.
Ela joga o cabelo cacheado pra trás me dando visão do pescoço fino com um cordão de prata e uma cruz delicado... O decote do bagulho que ela deixa o colo do peito dela a mostra me deixando instigado pra caralho pra tira aquilo dela, papo reto. Ela sorri puxando fumaça do cigarro de palha, ela Reprimi os lábios sorrindo de lado pra mim, final da noite nos conversar no mano a mano preta... ______ Ainn que tesão deles em