Aisha Bernardi..
_Florença, Itália 📍
"Até quando eu vou te que fingir
Que eu 'to feliz sem você do meu lado aqui" - livre e triste.
Chorei, chorei muito sozinha. Eram quatro horas da manhã, em outro país. Sozinha, minha menina teve febre alta. Muito alta, ela chegava a queimar de febre. Quatro horas da manhã, meus bebês tudo acordado chorando. Eu ao lado deles me derramando eu choro, não conseguia falar com Talibã. Nem com a Pyetra, a cada segundo eu me culpei por isso.
Minha menina teve uma infecção urinária, eu não percebi os sinais. Não vi ela reclamando na hora de fazer xixi, não vi na hora de trocar a fralda da manhã. Ela vem ficando sem fralda a tanto tempo, indo no banheiro sozinha pra fazer xixi, só me chamando pra fazer número 2. O foda, é ver o olhar dos médicos daqui me julgando. Dei entrada como irmã com três bebês, de menor.
Talibã: Está tudo bem, preta, culpa não foi tua pô, relaxa- Me abraça, me aconchego nos seus braços suspirando fundo..
Janaína: Calma menina, vai pra casa - Nego com a cabeça, suspirando fundo. Era sete horas da noite, Talibã chegou aqui na Itália as seis é meia.
- Eu não posso ir, eu prometi que iria ficar - Falo baixo me levantando, Pyetra levou meus bebês pra casa.
Janaína: Você não vai resolver nada, você ainda é de menor. Tá carregando um fardo grande nas costas, fora a responsabilidade de ser mãe - Não ia negar que isso cansa, uma criança já era o suficiente, agora três tá sendo de mas.
- Eu vou só pra tomar banho - Falo esticando meus braços sentindo minhas costas estalar.
As coisas estão ficando muitos complicadas aqui em Florença sem o Talibã ou alguém pra me ajudar, as coisas pra mim estão ficando preocupada. Eu só cansada, eu to resolvendo tudo sozinha. Talibã não está sabendo nem da metade do que está acontecendo , apenas chegou no hospital é ficou comigo o tempo inteiro. Mas precisa ir embora pra casa tomar banho, é ver as crianças.
Só que o meu ciúmes fala três vezes mais alto que tudo, meu maior medo. Mesmo sabendo que não vai ser realidade, eu sou nova pra isso. Tô vendo os preparativos pro meu aniversário de 18anos, eu faço aniversário em abril. Mas a festa vai ser em agosto, até meus filhos estará com seus cinco meses. Me despedir da Janaína é chamei um Uber, iria passar na casa dela pegar meus filhos com a Pyetra.
- Como eles estão? - Pergunto olhando ela que sorri fraquinha, Pyetra estava a duas semanas em Roma.
Pyetra: Estão dormindo, eu vou ficar com você lá. Já arrumei minha mala, eu separei do Dylan - O namorado, abraço ela beijando seu rosto escutando seu suspiro fundo.
- Você vai superar - Disse eu achando que ela estava triste, um erro. Ela abriu um sorriso enorme umidençendo os lábios carnudos jogando o cabelo cacheados de lado, fazendo uma cara de safada.
Pyetra: Já superei, eu nem amei. Um erro meu namorar pela pica - Da risada me dando passagem, entrei na casa observando a cor branca tomando conta da metade das coisas.
- Vim buscar os trigêmeos - Falo subindo as escadas sendo acompanhada por ela.
Pyetra: Talibã disse que ia levar eles pro rio de janeiro - Nego com a cabeça, soltando meu cabelo.
- Não, eles vão ficar comigo - Nunca que eu ia deixar meus filhos irem pra um lugar que ele mal tem o controle.
Talibã: Não! Vão ficar com nós dois - diz sorrindo, olho pra ele dando um sorriso debochado.
- Você vai ficar? - Pergunto entrando no quarto das crianças, Encaro o primeiro berço olhando o Caíque dormi serenamente. Logo ao lado Aurora, é Bryan.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Nosso Destino
Fanfiction" Duas almas destruídas que desfrutam do mais puro prazer, ela é vivida quando as peles se tocam a luxúria desperta o líbido, a excitação o puro prazer. Um sabor marcante e os gemidos eróticos que expressam apenas prazer e luxúria Destinados a se en...
