Capítulo 15

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Aisha Bernardi|
Complexo do Lins 📍

Sinceramente não quero ver minha irmã perguntando sobre a mãe, ela não pensou em nós duas quando decidiu meter o pé. Ela tão estranho ter ela aqui, minha mãe tinha uma rotina pra mim. Eu não podia ter a minha própria rotina era incrível ver todas as meninas da minha idade ir na praça tomar açaí dias de sábado. Eu era o troféu de filha perfeita, cheia de problemas na mente..

Tempo de morrer pressa a depressão minha mãe me disse que ser mãe na adolescência era carregar a merda de um fardo. Ela nunca me deixou sair sozinha com algum menino por causa disso, que ela dizia que o fardo de ser mãe era estúpido. Se privar da noitada, de festas é rolês com os amigos. Minha mãe foi mãe aos quinze anos, tão certa dizia que foi a pior merda da vida dela.

Meu “progenitor” era conhecido como coroa, na comunidade do Lins todos diziam que ele era bom demais. Mesmo sendo de outra comunidade sempre ajudou as pessoas, eu não acreditava que ele podia ser meu pai. Sempre escutei as coisas que falavam da minha mãe me deixava totalmente triste, eu só queria saber a verdade ela me escondia de Tudo!

Sempre o luxo de ter roupas novas, dinheiro, é muito mais não cobria o fato dela ter que passar noite me deixando sozinha em casa. Não cobria o único amor, que ela conseguia me dar quando estava em casa. Eu posso dizer que eu me virei sozinha com o pouco que eu via ela fazendo eu conseguir viver bem..

Mestre: Nós vai dá um pulo na boca, já é? – ele beija o pescoço da que faz a maior cara de pau concordando com a cabeça fingindo está triste..

Babilônia: Pô, morena tem jeito contigo não – faço cara de nojo todos se beijam me deixando enjoada, desvio meu olhar pra tatuagem na costela dele observando o palhaço bem detalhado descendo por sua costela. As cartas de baralho, em cima uma coroa escrito “Mãe” mesmo sabendo da história era bom ver ele tinha uma tatuagem da mãe dele, desço meu olhar pro pulso que destacava um relógio de ouro é a mão tatuada.

Meste: Nos vai resolver um Caô, de lá nos pega o bonde depois vocês descem – Samantha concorda com a cabeça, me encarando desvio meu olhar pra televisão que passava um programa aleatório.

Tinha horas que todos já havia comido, eu comi pouco, eu estava incomodada. Eu lembrava de tudo que ele fez comigo em outros sentidos eu estava constrangida novamente, eu sabia que nunca existiria a “Ultima vez” todos sabiam que não seria a última. Eu simplesmente não podia me apegar, apenas surfa na onda que estava ali.

Jeni: Tá bom, amor – Reviro os olhos, descendo meu olhar para o tapete cheio de brinquedos é alicia sentada brincando com uns brinquedos..

Samantha: Tchau Marcos – Ela levanta pegando o celular colocando na cintura.

Mestre: Coe loira? Porra, tu num me entende nunca mano, tá tilt – Sorri Debochando deles com aquela dr de ficante do nada.

Samantha: Aceita que tu apenas meu PA cara – Me levanto pegando minha irmã pra dar um banho gelado nela é arruma pra nós ir na praia..

Mestre: Pau amigo? Meu pau – Dou risada entrando no meu quarto, fecho a porta colocando a Alicia na cama.

–– Cadê a irmã? – Me escondo em baixo da cama escutando ela emitir os sons de bebês. – Achoo
Ela da risada mordendo a mãozinha, tiro a mãozinha dela da boca pegando a mesma pra dar um banho. Dou um banho nela rapidinho, passo a pomada pra assaduras. Coloco a fralda da huggies, ambos ela não iria entrar na água.. hoje será apenas o primeiro contato dela com a areia e água do mar. Uns dos melhores momentos históricos para mim, enrolo minha trança.

Coloco uma roupinha de piscina nela, passo o protetor solar da Johnson’s , aproveito para passar uma colônia de mamãe é bebê da natura nela que tinha o cheiro de bebê, penteio os cabelos dela fazendo um penteado colocando dois lacinho nas Marias chuquinha que tinha feito na frente do cabelo dela, deixando atrás solto com os cachinhos formados.

–– Ó mamãe vai tomar banho, quietinha tá bom? Te amo – coloco um desenho na televisão, apagando a luz deixando apenas a luz da janela no quarto pra ver se ela dorme um pouquinho..

Entro no banheiro tirando meu biquíni, tomando um banho rapidinho apenas. Passo meu óleo no corpo já saindo do banho, me vestir no mesmo biquíni. Coloco uma saia diferente que mais curtinha. Passo um hidratante no rosto em gel, um protetor solar, arrumo minha sobrancelha. Passo um protetor labial, ajeito minha tranças deixando soltas.

Passo creme de pele da Boticário da Lili, era um hidratante tão bom, era mentira sobre o cheiro de puta barata, afinal era bem carinho a colônia da Lili. Passo meu perfume da coffe que tinha um cheiro gostoso, impregnado demais por todas minhas roupas. Adorava mistura ele com outras fragrâncias mais leve, coffe branco tradicional tinha a É uma fragrância amadeirada gourmand com notas de saída de lavanda, bergamota italiana e frutas negras, um coração com rosa, jasmim sambac, ylang, orquídea e acorde latte macchiato, e notas de fundo com patchouli, sandâlo, benzoin e musk.

Samantha: Caralho pretinha tu é pura obra de arte – Pisco pra ela começando arruma a bolsa da Alicia, coloco fraldas reservas, manta, chupeta, um sapatinho, a mamadeira coma fórmula, entre outras coisas. Aproveito para descer meu olhar pelo corpo da Samantha, seu corpo definido se destacava em um biquíni verde neon, chamativo demais fazia seu tom de pele fica mais lindo.

Eu me vestia em um biquíni branco que destacava bem na minha pele negra, o biquíni não era transparente bem diferente disso, passava um conforto sobre a nudez se molhar ele. Era de uma marca do rio, confesso que era lindo Demais ele combinava com uma sainha curta que deixava as alças do biquíni em cima da barra da saia que era de cintura baixa. Na bolsa coloco uma saída de praia, carregador portátil.., apenas Coloquei uma kenner é saímos de casa.

...

Jeni: Ei colega, o chefe tá aí ? – Ela pergunta Abaixando seu short jeans curto, Jeni usava um biquíni azul escuro que destacava pelo seu corpo inteiro.

Samantha: Tão vindo – Murmura cruzando os braços, balanço a Alicia abrindo um sorriso enorme pra ela que pega nas minhas tranças com a chupeta na boca.

Alicia: Hm – Ela estica os bracinho pra alguém
viro olhando em encarando o Talibã caminhando na nossa direção, baseado entre seus dedos enquanto ele conversava algo com os meninos ao seu lado, ele levanta o olhar me encarando sério descendo seu olhar por todo meu corpo. Ele oficialmente não tem blusa. Suspiro encarando a entrada definida que marcava a entrada do mal caminho, na bermuda leve de futebol. Talibã me encarava com seu Semblante fechado, me deixando tensa pra caralho. Reprimo os o lábios desviando meu olhar, mordo meu lábio desviando meu olhar.

Jeni: Tá molhada Aisha? – encaro ela seria dando um sorriso de lado, nego com a cabeça.

Talibã: Colfoi pequena?! – Alicia gostou dele, basta ver ele que quer ir pro colo dele. Entendo ela, o abraço dele é quente e aconchegante demais.

Alicia: Mama – Sorrio pegando a fraldinha de boca que caia, desço meu olhar pro corpo do Talibã tão perto.

Denis: Aisha? Nossa – Aceno pra ele do outro lado da rua, pensando em atravessar – Tá linda, você vai pra praia? Eu estava indo também – Antes de falar sinto as mão do Talibã na minha cintura não me deixando responder ele.

–– Qual o seu problema? – pergunto encarando a porta do carro que nem vi chegar, levanto meu olhar encarando o dele que transmitia intimidação, ele Queria que eu abaixasse a cabeça, mas não faço isso.

Talibã: Não me tenta intimidar pretinha, você tem muita marra é pouco tamanho – Reviro os olhos virando de costa – Não revira os olhos pra mim, deixa pra revirar os quando tive de quatro – Mando dedo entrando no carro, fecho a porra da porta encarando a jeni é o babilônia ali.

Jeni: Tá porra, já tá assim? – Reviro meus olhos encostando na janela, Talibã entrar e entrega alicia deito ela no meu colo, pegando meu celular pra me desculpa pro Denis.

Denis: Sem problemas, talvez a desculpa seja sua aceitação pra ir comigo em um encontro! Topa? – Sorrio escutando o áudio, sem querer encaro o retrovisor vendo Talibã debocha, não sei se aceito... Talvez seria uma boa, seria meu primeiro encontro.
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