Gente, enquanto corrigia este capítulo, percebi que havia me esquecido completamente do Policarpo e da Rita durante a viagem do Candinho. Fiquei até pensando que poderia ter escrito alguma cena deles nesse período. Por exemplo, alguma cena divertida da Anastácia e do Dr. Araújo brincando com os dois no jardim, enquanto ele se recuperava na casa dela. Infelizmente, acabei deixando isso passar kkk. Mas ainda vou ver se consigo encaixar alguma cena assim em um dos capítulos anteriores.
Como vocês já sabem, eu estou aproveitando essa revisão para acrescentar algumas cenas e fazer algumas mudanças que considero necessárias. A história continua sendo a mesma, mas estou tentando deixar a essência dos personagens mais fiel à novela e tornar a trama mais completa e bem desenvolvida.
Particularmente, estou gostando mais dessa nova versão e acho que vale muito a pena reler. ❤️
Enfim, espero que vocês gostem deste capítulo! Ele acabou ficando um pouco longo, mas não havia como dividi-lo em dois, porque isso acabaria coincidindo com o próximo capítulo, que já está nos rascunhos e também ficou um pouco extenso.
Agora, sem mais enrolação, espero que aproveitem a leitura! 🥰
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Finalmente, os dias de saudade chegavam ao fim...
Naquela tarde de domingo, Celso seguira em seu automóvel até o aeroporto. Como o carro já retornaria completamente ocupado com Candinho, Filomena, as crianças e a bagagem trazida da Europa, Anastácia decidira aguardá-los em casa, mal contendo a ansiedade de vê-los entrar por aquelas portas.
Enquanto caminhava pela sala, voltou-se para Quitéria com um sorriso.
— Quitéria, não se esqueça de caprichar nas coxas de frango! Você sabe que são as favoritas do Candinho!
Maria sorriu, concordando com um gesto.
— Pode deixar, dona Anastácia. Hoje o Candinho vai comer as melhores coxas de frango que eu já preparei! — Garantiu Quitéria, bem-humorada.
Pouco depois, Quitéria e Maria voltaram para a cozinha, onde já adiantavam os preparativos para o jantar.
Alice, que aguardava sentada no sofá, comentou animada:
— Eu também tô ansiosa pra vê o Pirulito de novo! — Anastácia sorriu para a menina e tocou-lhe o rostinho suavemente.
— Tenho certeza de que ele também está morrendo de saudades de você, minha querida.
Algum tempo depois, um grito animado ecoou pela mansão, fazendo o coração de Anastácia bater mais forte.
— Mãããeeee! Eu tô de vortaaaaaa! Heheeeee!
Ela voltou-se imediatamente para a porta.
— Meu filho! Que saudades!
Candinho foi o primeiro a entrar, correndo para abraçá-la com a alegria de sempre. Logo atrás vieram Filomena, com o bebê no colo, Pirulito, Celso e seu Jacinto, que carregava as malas da família.
Ao ouvirem a voz de Candinho, Maria e Quitéria também apareceram na sala para recebê-los. Enquanto isso, Alice correu ao encontro de Pirulito, envolvendo o amigo em um abraço apertado.
Quando Candinho se afastou do abraço da mãe, Filomena aproximou-se da sogra.
O rosto de Anastácia iluminou-se.
— Meu Deus... Como esse meu netinho está lindo! — Filomena sorriu.
Como o bebê estava em seu colo, Anastácia cumprimentou a nora com um gesto carinhoso, acariciando delicadamente seu ombro. Em seguida, voltou toda a atenção ao pequeno. Ao vê-lo sorrir, seu coração se aqueceu. Segurou sua pequena mãozinha e depositou um beijo delicado sobre ela.
