Capítulo 36

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Era uma manhã claro. O sol radiante se erguia no céu em todo seu esplendor brilhante e quente.

Uma chama de vida.

Elain se sentia radiante diante do sol, ainda mais com o pensamento de que iria passar o dia acompanhada no filho dele.

Era exitante!

Ela levantará sedo, ansiosa demais para conseguir manter os olhos pregados por mais algumas horas. Se perguntando se Lucien da varanda de seu próprio quarto acompanhava o nascer do sol como ela. Se estava ansioso como ela. Nervoso como ela.

Ele estava pior se era possível dizer.

Andando em círculos ansioso demais para ficar parado. Pensando no que faria. No que falaria. Em como agiria. Até mesmo havia treinado em frente ao espelho antes de se sentir um idiota por tentar algo tão infantil e se achar idiota.

Ele sentia como se tivesse quinze anos novamente, um adolescente com os hormônios a flor da pele ansioso em seu primeiro encontro.

"Deuses, Lucien! Você não um maldito virgem!" Exclamou sozinho para si mesmo. Ansioso e frustado demais.

Olhando para o subir do sol sabia que estava na hora de descer e encarar sua parceira.

Elain para sorte dele ainda não estava na sala quando desceu. Ele não suportaria a vergonha de descer depois dela. Fazendo uma Dama esperar.

Ainda em seu quarto Elain terminava de prender seus cabelos. Um rabo-de-cavalo simples. Calça marrons e simples e blusa interior de linho sob tecido rose com bordados amarelos e azuis, uma vestimenta leve e confortável e simples para cuidar de um jardim. Cuidar de um jardim com seu parceiro...

Seu parceiro!

Deuses! Elain começou a se remexer inquieta. Deuses! Ele está me esperando! Com uma última olhada no espelho e revirar de olhos ao constatar sua nova onda de vaidade que ela nem sabia que havia perdido – ou já tenha tido algum dia –, Elain desceu as escada.

Lucien estava escorado a parede, uma das pernas curvada cujo o pé se apoiava na parede e o outro no piso.

Era uma posição despojada. Lucien tinha as feições neutras e calmas, mas ela podia ver a ansiedade em seus olhos. Elain não pode deixar de admirar a visão de seu parceiro parecendo tão despojado. Ele era tão bonito. Elain não podeia deixar de contastar esse fato a cada vez que o via. Lucien era lindo. O macho mais lindo que ela teve o prazer de conhecer. E ele era seu parceiro. Deuses!

Seus passos devem tê-lo tirado de seus pensamentos – Elain nunca Desejou tanto ser daemati como naquele momento –, pois ele moveu seu olhar para ela assim que começou a descer as escadas.

Ele foi rápido em se mover – embora ele não corresse – para pegá-la no fim da escada. Sua mão grande que engolia a dela entre seus dedos, se ergueu, se oferecendo para ela. Elain não hesitou em pegá-la, ansiando seu toque. Aquele instinto dentro dela, fazendo com que ela quisesse se agarrar a ele. O toque dele era quente em sua pele. Uma onda de calor passou por seu corpo. Era bom.

"Elain" ele saudou. Sua voz baixa e rouca enviando ondas de eletricidade para dentro dela.

"Achei que se referia a mim como 'minha senhora"

Lucien sorriu como a raposa que ele era. Ladino, esperto e malicioso. "Gosta de me ouvir chamá-la de minha senhora, minha senhora?"

As bochechas de Elain podiam facilmente competir com beterrabas naquele momento. Coradas, pintadas de um novo tom de rosa. Lucien não poderia deixar de aproveitar a visão corada de Elain. Aquelas bochechas pintadas em tons de rosa e vermelho agitando algo dentro dele.

Elain pigarreou, constrangida demias para dizer qualquer coisa sobre aquilo. Sua melhor alternativa era mudar de assunto.

"Eh... bom..." uma respiração de controle. "Você já tomou café da manhã?"

"Ainda não, minha senhora" sua voz era um arrasta lento. "Achei que seria melhor esperar para ter sua companhia, afinal, tenho certeza de que ela deixaria minha refeição mais apetitosa, minha senhora"

Elain respirou fundo. "Feyre disse para que tomassemos café em sua casa. Cassian e Azriel devem estar aqui a qualquer momento para no buscar"

"Certo" Elain pode enfim respirar mais corretamente. "Minha senhora" ou ela achava que sim.

Ela ia acabar morrendo de ebulição.

Deuses sejam bons!

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