Capítulo 35

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Um vestido rose abraçou seu corpo perfeitamente. O cabelo estava penteado e a havia uma leve maquiagem em seu rosto.

Elain estava bonita.

Após sua conversa – meio constrangedora – com Feyre, Elain se pós a se arrumar.

Ela não sabia bem de onde, mas uma súbita vontade de se arrumar, de ao menos estar apresentável se apossou dela.

Uma vontade de se arrumar, de ficar bonita, pra ele.

Elain não sabia se era ruim que ela apenas sentisse vontade de estar arrumada, de estar bonita, pela necessidade de tentar agradar alguém. Ou se sentia feliz por após muito tempo disposta a se arrumar.

Ela queria causar uma boa impressão em Lucien, mas também gostava de se sentir bonita. E se a presença dele a dava disposição para isso, ela não iria reclamar.

Lucien havia ganhado mais pontos com ela por conta disso, e ele nem sabia.

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Não havia um código de vestimenta entre o Círculo íntimo da Corte Noturna. A forma como todos se vestiam diferentes uns dos outros, como se estivesse indo para diferentes tipos de eventos ao invés do mesmo jantar, apenas confirmava isso.

Ela foi saudada pela visão de Lucien próximo a escada assim que chegou ao topo.

Elain se perguntou se ele podia sentir que ela estava por perto. Se o laço denunciava sua presença, tanto quanto seu cheiro e batimentos cardíacos.

Ele estava belo. Vestido com um casado verde fino bordado com fios de ouro, calças de cor creme marcando as cochas musculosas e botas pretas de joelhos polidos.

Lucien era dotado de uma graça natural, mas ali, com os cabelos amarrados para trás e o casaco abotoado até o pescoço, ele realmente era a imagem de um príncipe feerico. Bonito, poderoso, comportado e elegante.

Era um colirio para os olhos.

Elain ofegou com a visão dele por um momento.

Seus pés inconscientemente já descendo as escadas em direção a ele.

Ele a viu. Ele a olhou.

E se o brilho nos olhos dele não fosse uma declaração de que gostou do viu – de vê-la –, então Elain podia se jogar da janela mais próxima.

O movimento de seu pomo de Adão pareceu atraente demais.

Ela parou diante dele na escada, onde ele andará tão suavemente que ela mal pode ouvir o sons de seus passos e ficou a esperando enquanto descia.

"Minha senhora" ele saudou estendendo a mão.

Elain a segurou. "Meu lorde".

Os lábios de Lucien se apertaram em uma linha fina. Desgosto. "Me chame de Lucien. Gosto de como diz meu nome"

As bochechas de Elain coraram. Lucien concerteza não fazia o tipo tímido, se não se importava em dizer tais palavras em meio a plateia de os observava desde que ela aparecerá na escada.

O círculo íntimo os olhava com afinco, como se não pudessem deixar de ver cada mínimo detalhe. Ansiosos pela atração que os dois eram juntos. Como espectadores de show. E ao mesmo tempo observavam com afinco os passos de Lucien – Elain sabia que mesmo que obedecessem a seu pedido, eles ainda seriam cautelosos com ele.

Elain não ficaria supresa se eles estivessem apostando entre si sobre sua parceria.

"Então me chame de Elain"

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