Eles crescem rápido

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- Bom dia brava.

- Hummm, bom dia amor, que horas são? 

- Onze. 

- Meu Deus Nara, dormi demais e tudo por culpa sua! 

- Você não reclamou ontem a noite tarada. Vem cá vem...

- Manhe, paie! 

- Vai ficar pra mais tarde moreno.

Temari saiu da cama indo atender a porta do quarto, dois olhinhos verdes ainda sonolentos a encaravam. 

- Bom dia meu cheiroso! 

Segurava Shikadai no colo enchendo de beijos fazendo o pequeno gargalhar, ele já estava com cinco anos, cada vez mais parecido com o pai. 

- Vem cá campeão, tava dormindo até agora filho?

- Uhum, paie to muitão com fome!

- E o que você quer comer? A omelete do pai ou as panquecas da mamãe? 

- Esses dois! O pãozinho da bisa Chyo também! 

- Mas que garotinho mais guloso, até nisso puxou seu pai né senhor Shikadai. 

- Hihihi faz cosquinha manhe! 

- Fica com ele brava eu vou acordar a Sumi. 

A semana anterior tinha sido perfeita, Shikamaru comemorou seus cinco anos de casado com Temari, fizeram uma breve viagem para os Alpes suíços somente os dois, guardaria a memória daquela viagem pra sempre. 

Ele estava com trinta e cinco e Temari com trinta e três, mas o tempo não pareceu ter passado pra nenhum dos dois, todo amor e paixão que sentiam um pelo outro continuava intacto. 

Entrou no quarto de Sumirê, a jovem ainda dormia da mesma forma de quando era só uma menina, encolhida e totalmente coberta, sentou ao lado dela na cama beijando sua bochecha, antes mesmo de abrir os olhos, ela ja sabia quem era. 

- Bom dia pai.

- Bom dia dorminhoca, vai se atrasar pro colégio filha, não disse que hoje tinha prova? 

- Meu Deus pai, que horas são?

- Passa das onze. 

Sumirê saiu da cama como um raio, seus longos cabelos agora tingidos de roxo cobriam parte do lindo rosto, Shikamaru segurava a filha com carinho.

- Amor tranquila, você não vai atrasar, te espero na mesa. 

- Tá bem pai eu ja vou lá, fala pro Dai deixar pãozinho pra mim. 

- Pode deixar filha, te amo. 

Voltou para o quarto, sorriu ao ouvir o som do chuveiro ligado, Temari se banhava enquanto cantarolava alguma coisa, ele nem prestou atenção, estava perdido naquelas curvas, suas marcas espalhadas pela pele macia, tirou o pijama entrando com ela no box, adorava sentir aquela pele quente pela manhã. 

- Gostosa.

- Amor, nós precisamos encontrar com o Naru e a Hina esqueceu? 

- Depois de te ver pelada eu esqueci até meu nome Temi. 

- Aaah Nara...

Se apertava contra ela, as mãos na boceta pulsante, era impossível ver aquela mulher linda e simplesmente ignorar. 

- Quer que eu pare brava? 

- De jeito nenhum! 

- Hahaha minha tarada, tesuda. 

Shikamaru & Temari: Kill Me!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora