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O outro dia chegou. Olhei aos redores do quarto a procura de Jeon, mas ele não estava. Sonolenta, pego em meu telefone para ver as horas, eram exatas oito horas da manhã de um domingo.

Minha atenção vai para a notificação de uma mensagem em meu celular, era Jeon.

— Me desculpe, tive que vir trabalhar!...– murmurei lendo a mensagem.

É sério que ele foi trabalhar logo no dia seguinte do nosso casamento? E fora que hoje é domingo. Tudo bem que seja um casamento falso, mas mesmo assim!

Bufei, me levantando. Estava completamente nua. Decidi ir tomar um banho e me arrumar para brincar com Yejin.

O outro dia chegou. Olhei aos redores do quarto a procura de Jeon, mas ele não estava. Sonolenta, peguei em meu telefone para ver as horas, eram exatas oito horas da manhã de um domingo.

[...]

O domingo passou. Eu e Yejin passamos o dia todo brincando e fazendo coisas que ela gostava. Mas, nenhum sinal de Jeon.

Já era onze horas da noite e nada, pensei em mandar mensagem pra ele, mas vai que ele ainda tá trabalhando e eu sem querer atrapalho ele, então decidi não mandar.

Eu estava prestes a pegar no sono quando a notificação do meu celular me assustou, me "acordando. Era uma mensagem de Jeon.

— Não espere por mim, não voltarei pra casa essa noite. – murmurei lendo a mensagem em voz alta.

Eu bufei, jogando meu celular no canto vago da cama. Mas que maravilha.

Estressada, virei pro canto e fui dormir. E foi assim na segunda, na terça, e achei que seria na quarta. Mas, estava enganada.

Eram exatas meia noite, eu estava prestes a dormir quando sinto a cama ao meu lado afundar, me assustando.

— Jungkook?! – exclamei surpresa me virando na direção do mesmo, totalmente surpresa com sua aparição repentina.

— Oi esposinha! – sua voz estava embriagada, junto ao forte cheiro de álcool.

— Está bêbado? – perguntei, incrédula.– você some da face da terra e quando volta, volta bêbado?! – briguei, começando a ficar irritada.

Ele suspirou, fechando os olhos. Era irrelevante brigar com ele nesse estado. Eu bufei, voltando a me deitar, de costas para o mesmo. Estava tão irritada.

Ele se aproximou, abraçando minha cintura e apoiando sua cabeça na curvatura do meu pescoço.

— Me desculpa...– murmurou, sonolento.

— Então por que não aparece em casa a dias? – perguntei, ainda irritada e de costas pra ele.

— Eu tenho trabalhado muito...– respondeu em um murmuro, se aconchegando em mim.

— A ponto de esquecer sua própria família?! – briguei, eu sabia que não faria diferença nenhuma. Afinal, ele estava bêbado.

Ele ficou em silêncio, soltando um suspiro pesado. Logo adormeceu. Mas que maravilha.

Irritada, me levantei da cama e peguei em meu travesseiro. Caminhei em direção ao sofá de couro marrom escuro que havia ali e me deitei no mesmo. Adormeci ali.

[...]

O outro dia havia chego. Eu estava dormindo, mas sentia que alguém me carregava. Devagar, abro os olhos vagarosamente, me dando a visão do homem que eu bem conheço me carregando na direção da cama.

Ele me colocou deitada sob a mesma, ele ia me cobrir quando percebeu que eu tinha acordado.

— Já acordou? – perguntou, fitando minha face.

Uma Esposa Para Um Mafioso Jeon JungkookOnde histórias criam vida. Descubra agora