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Gabriela

Assim que um dos vigias dele fecha o enorme portão branco com a tinta gasta, minha ficha cai em segundos, por saber que não tem mais volta. Minha escolha foi aceitar vir e com certeza terá consequências disso, observo nossas mãos juntas enquanto ele toma a frente. Vejo cada canto desse lugar, os quartos com as portas fechadas da pousada e a piscina enorme que fica no meio do lugar.

Os vigias portando fuzil andando de um lado pro outro, enquanto olham tudo ao redor, menos pra nós dois, que talvez estejamos indo pra algum dos vários quartos que tem nesse lugar. Caio em si quando percebo que a pousada realmente está só pra nós dois, fora os vigias, que acredito que não vão querer atrapalhar em nada.

Observo ele que anda com a cara fechada, tendo o controle da direção que está nos levando, e parece que ele gosta disso, de estar no controle sempre. Fomos em direção aos fundos e, chegando perto, avisto uma outra piscina, mas com um formato circular. Assim que subimos a pequena escada pra ir em direção aos quartos, vejo um imenso canal, do outro lado do muro, com pedras ao redor da água esverdeada pela noite.

Eu: Que lindo - solto a mão dele e vou até o muro, tendo uma visão mais ampla do rio com as pedras em volta. Consigo ver até o reflexo da lua brilhando sob a água.

Souza: Vai ficar aí? - saio do transe ao ouvir sua voz e olho pra trás vendo ele com a porta de um quarto aberta fazendo menção que iria entrar.

Reviro os olhos com a pergunta sarcástica dele e vou até ele, passo pela porta e entro, dando uma analisada pelo quarto totalmente arrumado.

Eu: Quarto limpo? - sou irônica e finjo surpresa olhando em volta.

Souza: Pago meus funcionários pra poder dar uma geral no lugar - ele se aproxima girando o relógio no pulso e me olha com aquela cara de quem odeia brincadeirinha.

A cara de quem vai me fazer revirar os olhos a noite toda, vai me deixar cheia de cólica e vai enfraquecer as minhas pernas..

Eu: Além de bandidos, são faxineiros? - provoco ele que apenas observa meu rosto calado, sem me dar um sorriso e nem nada.

Ele se aproxima de mim, e balança meu rosto com a mão direita, coloco minhas mãos ao redor do seu pulso pelo ato. Ele chega perto da minha boca e me dá um selinho lento, puxa meu lábio inferior pra ele e solta.

Souza: É virgem? - balanço a cabeça negativamente ainda com as suas mãos segurando meu rosto - quantas vezes?

Eu: Umas três ou quatro, por aí - ele observa minhas expressões, provavelmente tentando detectar alguma mentira. Sei que ele não engoliu o que eu disse sobre a minha idade, mas o que tem? aposto que ele já tem seus 30 anos e eu não reclamei de nada, posso ter mentido sobre a idade, mas mentir sobre virgindade, eu não vou.

Souza: Não mente pra mim, Gabriela - seu olhar cruza com o meu e consigo sentir a intensidade que eles transmitem, ele segura meu rosto mais firme e definitivamente tenho a certeza que ele ama estar no controle.

Eu: Não tô mentindo, já disse - tento tirar sua mão do meu rosto, mas é em vão. Ele me observa com aquele olhar analítico e intenso e, em segundos, ele me puxa em direção aos seus lábios e inicia um beijo violento, tento acompanhar e tentar controlar, mas ele intensifica ainda mais quando tira as mãos do meu rosto colocando por dentro dos meus fios de cabelo.

Respiro ofegante tentando controlar a respiração e ele ao perceber, puxa meu cabelo pra baixo em um gesto bruto, separando nossas bocas com rispidez. Ele me olha atento novamente, como se soubesse que eu estou ocultando algo e me traz até ele novamente com seu jeito bruto.

Souza: Mente a idade de novo pra eu te comer no ódio - incita, falando perto da minha boca e consigo sentir seu hálito de menta.

Eu: Eu tenho 19, não tô menti.. - tento sustentar a mentira, mas antes de terminar, ele me puxa novamente até ele pelo pescoço e me beija com uma vontade do caralho.

Desço minhas mãos até o zíper da sua calça e faço menção de abaixá-lo, ele não proíbe, então eu assim faço. Sinto sua boca indo até o meu pescoço e deixando beijos molhados nele, ele dá pequenas mordidas e sinto até uma pequena pressão que ele faz com os lábios, suas mãos apertam meus seios por fora do vestido e ele passa a mão pelas laterais do meu corpo, indo até a barra do vestido. Inicio um beijo no meu ritmo e mordisco seu lábio, ele puxa o vestido pela minha cabeça e separa nossas bocas pra analisar meu corpo. Tiro meus saltos rapidamente dos meus pés, ainda sentindo seus olhos queimarem vendo meu conjunto de lingerie branca.

Souza: Gostosa pra caralho- diz olhando meu corpo e antes de poder processar, ele avança sobre mim e agarra minha boca com rispidez.

Suas mãos encaixam perfeitamente na dobra do meu joelho quando ele se abaixa pra me pegar no colo, sem parar o beijo eu termino de tirar a roupa dele e subo a blusa branca pelo seu pescoço, fazendo as três correntes de ouro fazerem barulho quando batem no seu peito. Jogo a blusa por algum canto do quarto e seguro seu pescoço ainda continuando o beijo. Suas mãos alisam minha bunda e suspiro ao sentir a ardência do tapa desferido a mim, ele faz outras três vezes.

Souza: Tá quente- fala passando a mão no local que ele bateu. Suas mãos abrem o feche do meu sutiã e ele tira jogando pelo chão, sua língua circula o bico do meu peito e prendo a respiração com o toque.

Ele coloca um dos seios na boca e dá leves sucsadas passando a língua a seguir e depois faz tudo isso com o outro. Suas mãos apertam a carne da minha bunda e sinto ele se inclinar pra me deitar na cama, me deixa deitada o observando tirar a calça e depois a cueca, me assusto ao focar no seu pau grande e duro, que aparentam algumas veias.

Meu Deus, isso não vai entrar em mim.

Ele bate uma leve punheta enquanto seu pré gozo molha a cabeça do pau, sinto seu olhar encontrar o meu e ele se inclina na cama, ficando acima de mim. Circulo minhas pernas ao redor da sua cintura e sinto sua porra pincelar a entrada da minha buceta, ele me beija novamente e no mesmo instante enfia dois dedos grossos na minha buceta, me fazendo contorcer com o atrito. Ele começa a me penetrar com os dedos e gemo de prazer ao sentir o contato, seus dedos alcançam meu ponto G e me fazem revirar os olhos com o prazer que ele está me ofertando. O barulho da minha lubrificação me fazem entrar num transe e ele começa a ir mais fundo, me remexo sob a cama e mordo os lábios ao sentir meu orgasmo se aproximando.

Aperto ele entre minhas pernas quando sinto meu primeiro orgasmo molhar seus dedos. Sem chance de respirar, ele tira os dedos de dentro de mim, e os coloca na boca. Ele puxa uma das minhas pernas com brutalidade e, coloca no ombro, sinto a cabeça do seu pau pincelar a minha entrada e, sem rodeios, ele entra em mim com dificuldade, indo bem fundo dentro da minha buceta que aperta seu pau grosso, seguro o ar que me faltava e, sem poder respirar, sinto ele se movimentando lentamente dentro de mim, mordo os lábios e contraio minha buceta no seu pau, fazendo com que a penetração fique mais bruta.

Eu: Meu Deus.. - gemo baixinho sentindo dor e prazer ao mesmo tempo.

Ele começa a aprofundar o pau na minha buceta, fazendo barulhos pela minha lubrificação. Ele belisca o bico dos meus seios e depois o pega vendo eles balançarem na medida que ele enfia seu pau com vontade dentro de mim.

Em um movimento rápido, como se eu não pesasse nada, ele sai de dentro de mim e me vira de costas, deixando minha barriga sobre a cama. Sua mão direita prende meus pulsos nas minhas costas e, com a outra mão, ele empina me bunda do jeitinho que ele quer, mordo o lábio ao sentir a ardência do tapa que ele me dá.

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