Capitulo 27

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Nicolo

Cada beijo era uma tentativa de segurar o que parecia escapar entre meus dedos. Eu a apertava contra mim, como se a qualquer momento ela pudesse desaparecer. Meu coração estava acelerado, e o medo me consumia. A cada vez que me afastava, eu buscava seus olhos, desesperado, tentando encontrar uma certeza que acalmasse o caos dentro de mim.

— Não me deixa... por favor, Amanda, não me deixa — implorei, quase sem voz.

Era tudo o que eu conseguia dizer. O pânico de perdê-la me corroía, e eu mal conseguia respirar com a ideia de que ela poderia ir embora.

Amanda segurou meu rosto com as mãos, seus olhos encontrando os meus. A firmeza em sua voz foi como um alívio inesperado.

— Eu não vou te deixar,meu amor. — disse ela, e naquele instante, o mundo parou.

A certeza nas palavras dela era a âncora que eu tanto precisava.

Meu polegar traçou seu lábio inferior, a lembrança do nosso último encontro me fez arrepiar.
— Você me pertence.— Eu disse com naturalidade e meus olhos brilhando de determinação.Eu reivindiquei seus lábios em um beijo mais exigente, despejando todas as minhas emoções reprimidas nele.

Minhas mãos percorreram seu corpo, me familiarizando novamente com cada curva. Eu senti sua resistência desaparecer, suas mãos se movendo para agarrar minha camisa, me puxando para mais perto. Minha língua deslizou entre seus lábios, saboreando a doçura que só ela possuía. Eu interrompi o beijo abruptamente, deixando-a ofegante.
— Não negue.—  eu sussurrei duramente, meu olhar fixo no dela. — Você também sente isso.— Minha mão se moveu para a parte de trás do seu pescoço, segurando-a no lugar enquanto eu me inclinava para outro beijo, determinado a provar meu ponto.

— Nicolo...— Ela gemeu entregue.

Um sorriso irônico se forma em meus lábios enquanto ouço os gemidos suaves de Amanda encherem o quarto. Sua rendição alimenta meu desespero, me fazendo desejá-la ainda mais. Minhas mãos percorrem seu corpo, ávidas por cada centímetro de sua pele macia e flexível.
Desabotoei sua blusa lentamente, expondo seu sutiã rendado, minha respiração engatando ao ver seus seios fartos.
— Tão linda —  Murmuro, abaixando minha cabeça para depositar beijos leves como penas ao longo de sua clavícula. Meus dedos traçam as bordas de seu sutiã, provocando-a antes de finalmente soltar o fecho. Seus seios se espalham, e não perco tempo pegando um mamilo entre meus lábios, chupando com força.

Adoro os sons que ela faz, a maneira como seu corpo reage ao meu toque. Minha outra mão se move para seu cós, desabotoando sua sai e empurrando-as para baixo junto com sua calcinha.

Eu a guio para sentar na beirada da cama, ajoelhando-me diante dela. Meus lábios viajam por seu estômago até chegarem ao ápice de suas coxas. Inalando profundamente, saboreio seu cheiro antes de pressionar um beijo em sua carne sensível. Posso senti-la tremendo embaixo de mim, sua respiração saindo em ofegos curtos.

Abro suas dobras com meus dedos e corro minha língua ao longo de sua fenda, saboreando sua excitação. Minha língua mergulha dentro dela, explorando cada centímetro, enrolando-se em torno de seu clitóris. Eu gemo contra ela, meu pau se esforçando contra minhas calças. Anseio por estar dentro dela, mas primeiro, quero ouvi-la gritar meu nome de prazer,minha dor parece sumir.

Meus movimentos se tornam mais rápidos, mais insistentes, e seus gemidos ficam mais altos, suas mãos se enroscando em meu cabelo. Continuo meus cuidados até sentir seu corpo tenso, seu orgasmo crescendo.

Então, desacelero, prolongando o momento, fazendo-a implorar por liberação.
— Por favor...— Amanda sussurra.

Quando ela finalmente alcança o orgasmo, suas coxas tremem ao redor da minha cabeça, eu me levanto e tiro minhas roupas, revelando meu comprimento endurecido.

— Eu sou... eu sou virgem.— Amanda fala respirando pesado.

Meus olhos se arregalam de surpresa com sua confissão, meu coração dispara.  Meu desejo por ela só se intensifica. Eu me inclino para frente, minha testa descansando contra a dela enquanto tento regular minha respiração.

— Eu vou cuidar de você e tentarei ser gentil.—  Minha mão acaricia sua bochecha, meu polegar afastando uma mecha de cabelo perdida.

Eu a inclino sobre a cama e acaricio suas bochechas para acalma-la.Nossos olhos não desviam um do outro.Me posiciono em sua entrada, a ponta do meu pau provocando sua abertura escorregadia.
Amanda desvia o olhar nervosa.

— Olha para mim—  Eu exijo gentilmente, esperando até que seus olhos encontrem os meus. Eu empurro lentamente, saboreando a sensação de seu aperto ao meu redor. Eu vejo seu rosto se contorcer com uma mistura de dor e prazer, e eu paro momentaneamente para dar a ela tempo para se ajustar.

Uma vez que tenho certeza de que ela está pronta, eu começo a me mover, minhas estocadas medidas e ternas. Suas unhas cravam em minhas costas, e eu a beijo profundamente, engolindo seus gemidos.

Quero que essa primeira vez seja perfeita para ela. Eu coloco o braço entre nós, encontrando seu clitóris, e começo a circulá-lo com meu polegar, combinando o ritmo das minhas estocadas.

Seu corpo responde, e logo, seus gemidos enchem o quarto mais uma vez. Enquanto a sinto se aproximando do clímax, aumento meu ritmo, penetrando mais fundo nela.

— Você gosta de quão fundo estou enterrado dentro de você,fiore?— Minha voz sai carregada de luxúria Minhas mãos agarram seus quadris, puxando-a contra mim, enquanto empurro mais forte e mais fundo.

— Você é tão apertada, tão molhada... porra, você é incrível.— Beijo seu pescoço, mordendo suavemente, fazendo-a gemer mais alto.
— Diz que você é minha,diz.—  exijo, minha voz rouca de desejo.
— Diz,porra.— Meus dedos cravam em sua pele, meus movimentos se tornando mais urgentes.
— Diz, Amanda.— Sua respiração falha enquanto ela suspira em resposta— Sou sua, Nicolo. Somente sua.—  É tudo que preciso ouvir. Aumento meu ritmo, meus quadris batendo nos dela implacavelmente.

Testemunhando as lágrimas de prazer de Amanda, não posso deixar de sentir uma sensação de orgulho. Minha língua se estende para provar suas lágrimas salgadas, uma mistura de emoções gira em meu peito.
— Ahh ,meu Deus— Amanda geme de boca aberta,seu rosto molhado pela lágrimas.

Eu seguro sua bochecha, meu polegar limpando os vestígios restantes de suas lágrimas.

Sei o quão perto ela está, seu corpo tenso embaixo de mim, seus músculos se contraindo ao redor do meu pau.

— Goze para mim.—  Eu ordeno, meus lábios encontrando os dela mais uma vez em um beijo áspero.

Enquanto ela se desfaz, eu logo em seguida também libero.Eu a encho com minha semente, reivindicando-a completamente. Quando nossa respiração desacelera, eu me afasto, meu olhar travando no dela.
Eu a puxo para meu abraço, nossos corpos entrelaçados, encharcados de suor e ofegantes. — Você é minha— repito, minha voz cheia de possessividade. — E eu serei amaldiçoado se outro homem tiver você.












Tra il Sole e il Mare (Sem Revisão)Onde histórias criam vida. Descubra agora