035. eu estou acabada

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Agatha se aproximou com um sorriso enigmático nos lábios, olhando para Rio como uma predadora que finalmente capturou sua presa.

- Meu amor, você gosta de brincar com o controle, não é? - Agatha disse com um tom baixo, quase desafiador, enquanto se aproximava lentamente de Rio.

Rio arqueou uma sobrancelha, surpresa pela mudança de tom, mas deixou um sorriso de canto escapar.
- Às vezes, e você adora...

Antes que Rio pudesse dizer qualquer coisa, Agatha a segurou pelo braço com firmeza, guiando-a até a cama. Com um empurrão decidido, fez Rio sentar-se na beira, enquanto a encarava de cima, os olhos frios e concentrados, sem deixar espaço para qualquer hesitação.

Agatha não disse nada. Pegou uma fita de seda da mesinha ao lado da cama e inclinou-se para amarrar os pulsos de Rio com movimentos meticulosos e seguros. O nó era firme, porém o suficiente para causar desconforto, Rio deixo um gemido escapar dos seus lábios.

— Confortável? — perguntou Agatha, aproximando o rosto do dela, ajustando a fita com mais força, deixando claro que queria controle absoluto.

— Sempre. — Rio respondeu, sua voz baixa e com um leve sorriso. Ela fechou os olhos por um instante, entregando-se ao toque de Agatha.

Sem pressa, Agatha deslizou os dedos pelo rosto de Rio, explorando cada detalhe como se estudasse sua pele. Seus dedos pararam nos lábios de Rio, que não hesitou em envolvê-los com a boca, chupando lentamente. Quando Rio prendeu os dedos de Agatha entre os dentes, ela retirou os seus dedos e com sua mão continuou a descer, acariciando a mandíbula de Rio, antes de seguir para o pescoço. Agatha apertou a pele levemente enquanto observava cada respiração pesada de Rio. Seus olhos fixos nela captavam o mínimo tremor de suas reações, enquanto a mão esquerda deslizava pelo ombro, arranhando com firmeza.

Agatha colocou-se entre as pernas de Rio, separando-as sem pedir permissão. Sua mão segurou firme na cintura de Rio, enquanto a outra apertava a coxa dela, os dedos cravando suavemente. A respiração de Rio tornou-se mais pesada, um suspiro escapando enquanto o controle absoluto de Agatha tomava conta da situação.

- Você adora provocar, mas vamos ver o quanto aguenta ser provocada.  - Agatha murmurou contra o ouvido de Rio, mordiscando o lóbulo de leve antes de se afastar, deixando um arrepio passar pelo corpo dela.

Agatha afastou ainda mais as pernas de Rio, seus dedos pressionando levemente as coxas para mantê-las abertas. Suas mãos deslizaram pela pele macia, explorando cada centímetro com movimentos firmes e lentos, enquanto seu olhar fixava-se na expressão de Rio, que respirava de forma pesada, os lábios entreabertos, quase implorando por mais.

Sem hesitar, Agatha inclinou-se, seus lábios roçando a parte interna da coxa de Rio. Primeiro, ela deixou um rastro de beijos demorados, quentes, que subiam lentamente em direção ao centro do desejo de Rio. Sua língua deslizou pela pele sensível, provocando pequenos tremores que percorriam todo o corpo da mulher à sua frente.

Quando chegou mais perto da intimidade de Rio, Agatha parou por um breve momento, apenas para observar. Rio já estava entregue, os quadris se movendo de forma involuntária, buscando um alívio que só Agatha podia proporcionar.

Então, Agatha abriu levemente os lábios e encostou a língua na boceta de Rio, deslizando-a lentamente ao longo de toda sua extensão. O gemido baixo que escapou de Rio fez um sorriso surgir nos lábios de Agatha, mas ela continuou, sua língua explorando cada detalhe, cada reação, sem pressa.

Agatha alternava entre movimentos suaves e rápidos, sua língua dançando sobre o clitóris de Rio, enquanto suas mãos seguravam firmemente as coxas dela, mantendo-a no lugar. Rio arqueava o corpo, os olhos fechados com força, um misto de prazer e desespero.

A cada movimento mais intenso, Rio se aproximava do clímax, mas Agatha, em sua crueldade calculada, parava antes de deixá-la alcançar o ápice. Ela afastava a boca, passando a língua pelos próprios lábios enquanto olhava para Rio com um sorriso satisfeito.

— Agatha... não faz isso comigo — Rio resmungou, com a voz rouca de desejo e frustração.

Mas Agatha ignorou, inclinando-se novamente, retomando o que fazia com ainda mais intensidade. Sua língua se movia com precisão, seus lábios sugavam o clitóris de Rio com o equilíbrio perfeito entre força e suavidade. Dessa vez, ela não parou, levando Rio ao limite até que o corpo dela se arqueou de forma abrupta, tremendo enquanto um gemido alto e rouco ecoava pelo quarto.

Agatha sorriu contra a pele de Rio, satisfeita com o resultado, mas não parou por completo. Ela sabia exatamente como prolongar o momento, mantendo Rio no auge, enquanto o quarto parecia se encher do calor.

Agatha sorriu contra a pele de Rio, satisfeita com o resultado, mas não parou por completo. Ela sabia exatamente como prolongar o momento, mantendo Rio no auge, enquanto o quarto parecia se encher do calor.

— Eu estou acabada, você me deixa fraca — Rio disse, brincando, e cutucou a barriga de Agatha, fazendo cócegas em sua namorada.

Agatha riu suavemente, sentindo o corpo de Rio tremer com as risadas e a proximidade. Ela aproveitou o instante, seu olhar se tornando mais intenso, sabendo como seguir em frente sem dar tempo para que a energia se dissipasse.

— Mais já? — Agatha respondeu com um sorriso malicioso, seus dedos deslizando ao longo da pele quente de Rio. — Eu pensei que você fosse mais forte que isso, minha querida.

Rio soltou uma risadinha, tentando se recuperar do toque provocante de Agatha, mas seu corpo traía sua vontade de descansar. Ela se aninhou mais perto, sentindo a respiração ofegante de sua namorada, que a envolvia com uma presença inebriante.

— Você me deixa sem forças, Agatha — Rio disse, sua voz baixa e carregada de prazer. Ela passou a mão pela pele de Agatha, tocando seus ombros com carinho, mas também com um toque possessivo, como se quisesse marcar a mulher que agora a tinha completamente.

Agatha, ciente de como Rio se entregava aos momentos de prazer, deixou seus lábios tocarem suavemente o pescoço de Rio, fazendo-a suspirar. Ela sabia que era hora de dar uma pausa, mas não sem antes deixar claro que o controle era dela.

— Eu só estou começando, amor — Agatha sussurrou contra a pele de Rio, seu tom baixo e provocador. Ela sentia o calor entre elas, a tensão no ar, e sabia que podia prolongar aquele momento o quanto quisesse.

Rio fechou os olhos, sentindo a intensidade daquelas palavras, mas o cansaço começava a tomá-la. Ela não queria mais provocar, não queria mais resistir. Só queria se entregar ao abraço de Agatha, naquele instante onde tudo o que importava era o estar junto.

— Eu preciso de você… agora — Rio murmurou, suas mãos buscando a segurança de Agatha, como se fosse a única coisa que a mantinha firme.

Agatha, ao perceber a rendição de Rio, finalmente parou, mas não sem antes deixá-la sentir a profundidade daquele instante. Ela se deitou ao lado de Rio, puxando-a para mais perto, fazendo com que os corpos se encaixassem perfeitamente. Os dois estavam exaustos, mas ao mesmo tempo satisfeitos, como se a energia deles ainda estivesse vibrando no ar.

— Agora podemos descansar — Agatha disse, sua voz suave, mas cheia de ternura. Ela beijou a testa de Rio e passou a mão por seus cabelos, em um gesto de carinho que traduzia tudo o que elas haviam compartilhado naquela noite.

Rio suspirou, finalmente se deixando relaxar nos braços de Agatha, o calor de seu corpo sendo o abrigo perfeito. Ela sorriu, sentindo-se completa, sabendo que estava exatamente onde queria estar.

Agatha, por sua vez, fechou os olhos, também cansada, mas com um sorriso de satisfação no rosto. As duas adormeceram, entrelaçadas, no calor daquele quarto silencioso. Ali, o mundo poderia esperar, porque, naquele momento, tudo o que elas precisavam já estava ali: o conforto de estarem juntas, em paz, e com a certeza de que o amor delas seria o suficiente para sempre.

𝐒𝐨𝐛 𝐨 𝐯é𝐮 𝐝𝐚 𝐦𝐨𝐫𝐭𝐞-𝐀𝐠𝐚𝐭𝐡𝐚𝐫𝐢𝐨Onde histórias criam vida. Descubra agora