Quinn Hart não é o tipo de pessoa que perde o controle, mas isso não se aplica quando o seu vizinho de porta enigmático, Weston Wade, está na jogada.
Eles nunca se encontraram pessoalmente, mas as "atividades" barulhentas de Weston, principalmente...
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A música é tão alta que, por um momento, receio que vá estourar os meus tímpanos, mas a playlist é boa, e a vibração das trilhas sonoras me faz querer dançar.
Inicialmente eu relutei em vir até aqui, mas Victoria consegue ser bem persistente quando quer. Eu não sou o tipo de pessoa que frequenta uma boate lotada no meio da semana, mas é bom quebrar as regras às vezes, sair um pouco da rotina. Mas também… preciso focar em alguma coisa que não seja Weston e as coisas incríveis que seu pau e sua boca fazem. Não se passou nem um dia sequer desde que estivemos juntos e já sinto que estou enlouquecendo… de tesão.
Não me culpe, por favor, mas acho que qualquer mulher ficaria excitada quando acordasse depois de uma transa incrível e encontrasse um deus grego dormindo ao seu lado, com o lençol cobrindo apenas sua semi-ereção que parecia implorar para ser tocada. Fiquei muito tentada a colocá-lo na boca e senti-lo pulsar sobre a minha língua, mas infelizmente eu tinha trabalho a fazer, então isso teria que esperar.
Sobreviver a este dia não foi nada fácil. Weston continuou ocupando a minha mente durante várias horas, principalmente nos momentos mais inconvenientes. Fiquei tão afetada com o ocorrido que, durante o meu almoço com dois clientes, acabei derrubando um copo de suco na minha blusa branca, que a deixou transparente e exibindo o meu sutiã rendado, tudo porque me distraí por um segundo com a lembrança de Weston me chupando em cima da ilha da sua cozinha.
Então, mesmo que não seja nada prudente encher a cara numa quarta-feira à noite, aqui estou, com um drinque na mão, na esperança de que Victoria me mantenha ocupada o suficiente para não pensar em Weston. Voltar pra casa seria uma tortura, porque sei que o meu querido vizinho não estará lá para dar um jeito na minha frustração sexual, e acho que nem meu vibrador mais potente vai conseguir suprir o meu desejo por um cara delicioso de olhos verdes e tatuagem selvagem na lateral do corpo.
— Você vai beber isso? — Victoria caçoa do meu drinque fraquinho.
— Alguém precisa levantar pra trabalhar amanhã — respondo com dignidade.
Ela balança a cabeça com um sorriso zombeteiro, e se inclina sobre o balcão para gritar para o barman por cima da música:
— Eu vou querer uma gin tônica para começar.
— Estamos comemorando alguma coisa? — indago.
Minha amiga dá de ombros.
— Precisa ter algum motivo além de sermos lindas, gostosas e solteiras? — retruca.
— Pensei que estivesse saindo com aquele cara da internet — comento.