Quinn Hart não é o tipo de pessoa que perde o controle, mas isso não se aplica quando o seu vizinho de porta enigmático, Weston Wade, está na jogada.
Eles nunca se encontraram pessoalmente, mas as "atividades" barulhentas de Weston, principalmente...
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Eu devo ter enlouquecido por ter concordado com isso, mas fica difícil pensar racionalmente quando Weston está tão perto de mim, impondo sua altura, virilidade, pressionando cada parte do seu corpo no meu e me beijando de uma forma que toma todo o meu fôlego.
Tenho certeza que isso é uma ideia ruim, mas estou disposta a pensar nas consequências apenas amanhã.
Ele mergulha os dedos longos por entre meus cachos — meu ponto fraco —, me causando arrepios intensos, enquanto a outra mão está espalmada na parte posterior da coxa, perigosamente perto da minha bunda. Sua língua está fazendo coisas incríveis dentro da minha boca, provocando uma ardência incendiária que está prestes a consumir o meu corpo por completo.
Weston está apoiado em um dos armários, o que me permite se inclinar sobre ele e encaixar os nossos corpos como peças de quebra-cabeça que se completam. Desse ângulo consigo sentir uma crescente protuberância entre suas pernas, o que demonstra o quão ele está excitado, necessitado, e isso só se confirma quando eu deslizo a mão por entre os nossos corpos e aperto sua ereção. Ele solta um gemido em minha boca e se afasta para me encarar, os olhos sombrios de tanto desejo.
— O que pensa que está fazendo? — pergunta ele, com a voz rouca e aquele sotaque sexy.
— Preparando você — respondo com a voz carregada de desejo.
Os olhos dele se acendem em expectativa.
— Eu já estou pronto pra você, querida. Mas e quanto a você? — Ele encosta a boca na minha orelha e murmura: — Já está úmida o suficiente para que eu possa me deliciar?
Tento engolir em seco, mas descubro que minha boca está estranhamente seca.
— Vai ter que tirar suas próprias conclusões — minha resposta é ousada.
— Isso não é nenhum problema pra mim — Weston deposita um beijo sobre a veia pulsante do meu pescoço, e sinto sua mão sobre a minha coxa subir um pouco mais… mais um pouco… até desaparecer por baixo da sua própria camiseta.
Ele solta uma exclamação de surpresa e me lança um olhar fascinado.
— Sem calcinha.
Dou de ombros.
— A minha estava molhada.
— Parece que nem só a sua calcinha está molhada — arqueia a sobrancelha, os dedos deslizando facilmente pela minha virilha, até que… — Caramba, Quinn.
Solto um gemido de pura necessidade quando seus dedos escorregam pela minha boceta, afastando os lábios vaginais e espalhando a minha excitação pelo caminho. A respiração fica presa na minha garganta e me agarro em seus braços, me dando conta de quão sensível eu estou.
— Eu pretendia brincar um pouco com você antes de partir pra ação, mas tenho a sensação de que vou morrer se não colocar a boca em você.