Quinn Hart não é o tipo de pessoa que perde o controle, mas isso não se aplica quando o seu vizinho de porta enigmático, Weston Wade, está na jogada.
Eles nunca se encontraram pessoalmente, mas as "atividades" barulhentas de Weston, principalmente...
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Estou um pouco nervosa.
Por que diabos eu estou nervosa?
É apenas o Weston… e já fizemos isso antes.
Estou sendo ridícula. Com certeza não tinha a menor necessidade de eu ter trocado de roupa tantas vezes — sendo que, provavelmente, ela vai acabar amarrotada no chão — e nem ter escolhido um conjunto de lingerie minuciosamente. Tenho certeza que Weston não se importa com nada disso, mas mesmo assim… quero agradar.
No fim, eu me decido por um short curto e confortável e tiro o sutiã rendado, que faz conjunto com a calcinha vermelha que estou usando, restando apenas a camiseta que desenha muito bem os meus mamilos por causa do frio. Acho que isso deixa as minhas intenções bastante claras.
Estou secando o cabelo com uma toalha quando a campainha toca. Meu coração dá um solavanco dentro do peito e minhas entranhas se contorcem. Um pouco agitada, eu checo a minha aparência em um espelho de corpo todo e saio do quarto, indo em direção à sala, para atender a porta.
Como o esperado, Weston está parado do outro lado, usando roupas secas e seu perfume inebriante. Sua expressão, que já era intensa antes, se torna muito mais quando ele começa a reparar em mim, seus olhos esquadrinhando o meu corpo descaradamente e sem nenhum pudor. E de repente, me sinto nua, quente em lugares específicos, e ansiosa para o que a noite nos reserva.
Limpo a garganta para chamar a sua atenção e minha boca fica estranhamente seca quando ele ergue o olhar de volta para o meu e deixa exposto todo o seu desejo.
— Você quer entrar? — provavelmente é uma pergunta idiota, porque nós dois sabemos o que o trouxe até aqui, mas não consigo pensar direito quando ele está me olhando como se quisesse me devorar da forma mais depravada que existe.
— Claro — responde com a voz carregada de rouquidão.
Abro espaço para ele passar e depois fecho a porta. Weston anda até perto do sofá e depois se vira para mim com um olhar penetrante.
Certo… o que vem agora?
Sinto uma necessidade crescente e constrangedora de quebrar o gelo, por isso pergunto:
— Quer beber alguma coisa?
Weston sorri como se soubesse exatamente o que estou fazendo, e me sinto muito idiota por isso.
— Aceito uma taça de vinho, se tiver. Posso me sentar? — aponta para o sofá.
— Claro — permito. — Vou pegar o vinho.
Vou até a cozinha e pego uma garrafa de vinho pela metade dentro da geladeira. É só quando estou enchendo duas taças que percebo o quanto estou nervosa; minhas mãos estão trêmulas. Respiro fundo e bebo um longo gole da minha taça, na esperança de que um pouco de álcool me dê a coragem necessária para voltar à sala.