cap 91

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Bela 🩷

Nicole - Nossa, que chatice, Gabriel, vai ser Ísis e pronto, já conversamos sobre isso. - Falou indignada e todos ficaram em silêncio. Tinha pouca gente, só estávamos nós na mesa, minha mãe, o namorado dela e a mãe da Nicole em outra. - Se fosse menino você que ia escolher, cara. - Olhou rápido para o namorado.

Gb - Jae, Nicole! só tô falando.. Ísis, nome de louco. - Nicole negou com a cabeça e eu percebi que ela estava querendo chorar, mas chorar de raiva.

Nicole - Você não vem me estressar não, buceta, nem no chá revelação da minha filha eu tenho paz? - Mordi minha boca sem saber o que falar, estava apenas escutando, com a cabeça deitada no ombro do Vilão, sentindo ele apertar minha coxa de leve por cima do vestido longo.

Gb - Nossa, amor, tô brincando contigo. - Os meninos gargalharam e eu levantei minha cabeça, olhei o Vilão rir e fiquei sem entender.  - Os cara me desafiou a falar que não gostei do nome. - Falou no meio da risada abraçando ela, que estava tentando sair do abraço.

Nicole - Que bosta. - Limpou o rosto. - Do mesmo jeito, idiota, mesmo se não tivesse gostado.. vai ser Ísis e pronto.. euem.

Gb - Eu gostei do nome, pô. - Sentou na cadeira novamente. - Pronto, agora cada um me faz o pix de mil.

Vilão - Ih, vai sonhando, menor. - Balançou as pernas e esfregou os braços. Já estava escurecendo, era 18:00 e estava um friozinho.

Isa - Credo, gente, tava sem saber o que falar. - Julia riu concordando comigo.

Pedro - A cara que vocês estavam, dava pra gravar um vídeo, pô, ia virar meme, papo reto. - Fiz careta pra ele.

Marta - Filha.. - Chegou por trás da Nicole que olhou pra mesma. - Eu vou começar a arrumar aqui, pode?

Gb - Precisa não, sogra, os cara arruma depois, pode ficar tranquila. - Marta concordou com a cabeça e saiu dali, voltando pra onde estava. - Pô, chamando de sogra agora, mas antigamente era maior burocracia, né, amor? - Nicole concordou rindo.

Nicole - Eu nunca vi isso, ele tinha maior medo da minha mãe, gente. falava que quando ela visse ele, ela ia dar facada, e não sei o que.. - Gargalhei.

Gb - É lógico, pô, a cara de braba dela. - Olhei de longe a mãe da Nicole, que ria com a minha.

Vilão - Tem 'mermo. - Cruzou os braços olhando na direção da Marta.

Júlia - Você é cagão assim, Gabriel? - Gastou e ele mandou dedo pra mesma.

Gavião - Mas pior que ela tem cara de braba 'mermo. - Riu.

Pedro - Igual a mãe da Bela, tem cara de brabona, mas as duas é gente boa pra caralho.

Nicole - Quero comer uns docinhos, pega pra mim, amor. - Mudou o assunto fazendo bico e ele fez graça pra ir pegar, mas acabou indo.

Isa - Pega pra mim também. - Gritei olhando pra trás, vendo ele negar com a mão. - Enfia no cu então. - Falei baixo escutando todos rirem e eu ri também.

Gb - Pede teu macho. - Dei de ombros vendo ele entregar os doces pra Nicole, ela me deu um e ele fez cara de paisagem.

Fiz cara de deboche pra ele e dividi o doce com meu homem, o docinho era metade azul e metade rosa, escrito "boy or girl" no meio.

Vilão - Bagulho ruim, credo. - Fez careta mastigando o doce.

Gavião - No papo reto? Vilão é a única que pessoa que eu conheço, que não gosta de doce.- Vilão riu.

Isa - Menino, nem de biscoito recheado ele gosta. - Vi Gavião negando com a cabeça enquanto ria. - Coisa de louco.

Gavião - Podia nascer mulher, não ia ter trabalho pro macho comprar chocolate. - Abraçou a Júlia de lado.

Vilão - Quis papo torto. - Bebeu a cerveja e negou com a cabeça quando todos começaram a rir.

Conversamos por muito tempo, até começar a escurecer e ficarmos tontos, Vilão me trouxe pra casa dele e vamos tomar banho agora.

Vilão - Credo, vida, o vaso ali. - Reclamou enquanto eu fazia xixi no ralo. - Nojenta.

Isa - Ih, fala muito não que eu faço no seu pé. - Arrumei a touca no cabelo e ele fez careta pra mim. - Euem, faz xixi não?

Vilão - No vaso.

Passei sabonete no meu corpo todo, pedi pro meu homem passar nas minhas costas e ele não perdeu oportunidade de bater na minha bunda e roçar seu pau em mim.

Isa - Você é safado, ein, garoto. - Virei pra ele novamente e em seguida olhei pra baixo, vendo seu pau duro. - Nossa, amor..

Vilão - Pô, tu com essa cara não ajuda. - Chegou mais perto e me beijou lento.

Não resisti, desci minha mão pelo seu abdômen e parei no seu pau, comecei a fazer movimentos de vai e vem com a mão, sentindo ele esfregar de leve meu clítoris. Mordi meu lábio inferior de olhos fechados e gemi baixinho contra sua boca.

Isa - Que delícia.. - Saiu num tom de gemido, eu já estava completamente entregue a ele, minha buceta piscava de prazer.. Chupei seu pescoço por um impulso, detesto deixar chupão em homem, mas como esse é o meu homem, eu deixei. Rebolei devagar nos seus dedos, ainda fazendo movimentos no cumprimento do seu pau.

Vi ele umedecer os lábios quando aumentou a velocidade, eu fiz o mesmo, Vilão deixou a boca entreaberta e eu sorri safada, mordendo meu lábio inferior em seguida.

Em um movimento rápido ele trocou nossas posições, senti minhas costas na parede gelada e olhei nos seus olhos. Vilão abaixou na minha frente e levantou minhas pernas, eu apoiei elas no ombro dele, sem colocar meu peso todo. Sua língua quente contra minha buceta fazia eu gemer alto.

Olhei pra baixo e sentindo que eu iria gozar, nem falei que meu orgasmo estava chegando, dei um gemido mais alto dos quais eu estava dando, e mordi minha boca, gemendo baixinho.

Eu tirei minhas pernas do seu ombro, com dificuldade de formar elas no chão. Chegou minha vez de fazer o meu trabalho, abaixei na sua frente e comecei a chupar seu pau.

No morro Onde histórias criam vida. Descubra agora