Like Grandpa, like Grandson

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Oooooi galerinha!
Feliz 2016(acho que não desejei isso nos caps passados) muita paz, saúde, alegria, pizza(quer coisa melhor que pizza gente?)
Queria agradecer aos recém completos 15K de visualizações, as estrelinhas e comentários que cada um de vocês dá! Além dos novos seguidores que ganho todos os dias aqui! Muito Obrigado, pessoal. EAO jamais teria chegado tão longe sem cada um de vocês! Caramba! 200 nos mistérios mundiais?! Gente isso é MUITO LEGAL. Não sei como agradecer sério. Vocês são demais!
O capítulo de hoje é mais um conjunto de flashbacks, dele o maravilhoso, seu, meu, nosso: VÔ TOM. (Aplausos)
"Mas Leo, ele não é só um velho avulso?"
Não, não é kkkkk
Vou retomar coisas aqui que aconteceram faz tempo então vou relembrar aqui:
*O Pai do Owen, Grant Jones, morreu antes de ele nascer. Como?
*O Stuart Winston, assim como Arthur, estudou na Inglaterra mas era bancado pelo Tom. Por quê?
*Ruben foi salvo pelo Jorge e jurou retribuir. De que maneira?
Pois é, essas perguntinhas vão ser respondidas aqui! Poderia ter colocado aquele "anteriormente em" mas vocês sabem, sou preguiçoso.

Sem mais delongas, ao capítulo.

"We Keep this love in a photograph, we got this memories for ourselves" Ed Sheeran

EAO-Capítulo 39

Londres, Inglaterra, 08 de Janeiro de 1997.

O céu cinzento ameaçava desabar em uma chuva torrencial. Thomas Lancaster observava as primeiras gotas caírem sobre o vidro do banco de trás do táxi, enquanto via as pessoas do lado de fora cobrindo a cabeça com o braço ou algo que levavam em mãos, para não se molharem durante o trajeto até onde seja lá fosse o seu destino.

Tom pagou o taxista ainda desconcertado pelo preço da corrida. O quê aqueles ingleses pensavam? Que dinheiro na América dava em Árvores? Se a cada local que visitasse pagasse aquela quantia em libras, terminaria o dia sem um tostão no bolso.

O escritório de Grant ainda não estava aberto aquela hora da manhã, mas Jorge havia sido bem claro que o amigo não era do tipo que gostava de seguir padrões, então sempre chegava antes dos próprios funcionários.

Tom caminhou pelo hall de entrada, deu bom dia para o jardineiro que agradecia a Deus pela chuva que ajudaria as flores a brotarem, dirigiu-se ao elevador e aguardou enquanto este o levava para o oitavo andar.

Bastou tocar duas vezes na porta que ele atendeu. Grant Jones era loiro de cabelos tão brilhantes que chegavam a ser dourados, que estavam em belo contraste com seus olhos de um azul profundo e o terno de linho fino que trajava.

-Posso ajudá-lo?-O olhar era gentil, assim como o sorriso. A idade avançada do homem que estava a sua frente fazia Grant agir com mais simpatia do que a que já tinha por natureza.

-Bom dia, sou Thomas Lancaster, pai...

-Oh! Senhor Lancaster! É um prazer, por favor entre. -Grant deu passagem para que Thomas entrasse em seu escritório. - Jorge me avisou que viria hoje, mas não sabia que tão cedo, perdoe-me a desorganização... Não estou acostumado a receber visitas a essa hora.

O sotaque dele não era inglês. As palavras não eram repuxadas e os fonemas eram pronunciados de forma não muito aplicada, ele claramente era americano.

-Estadunidense?-Perguntou Tom, enquanto sentava-se em frente a mesa de mogno.

Grant assentiu, imitando o senhor a sua frente e sentando-se no outro lado da mesa.

O Enigma das Asas de Ouro Histórias para pegar e não largar. Descubra agora