Destiny and Sacrifice

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Oi minha gente linda!
Tudo bom? E a vida? Pois é, a minha vai bem, tirando o terceiro ano, tudo na santa paz do senhor.
Enfim, desculpem a demora e talz, por motivos já citados e pela complexidade desse capítulo acabei me atrasando, mas com esse cap eu praticamente concluo o Enigma das Asas de Ouro.
Mas uma vez, agradeço a todos os leitores, aqueles que me acompanharam desde o início e passaram a acompanhar agora, vocês são realmente o melhor disso tudo, e jamais teria chegado até aqui sem vocês! Muito obrigado mesmo, galera!
Beijos e espero que que curtam o capítulo!

"Scars we carry... Carry with memories burned by the dark" Tove Lo

 Carry with memories burned by the dark" Tove Lo

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EAO-Capítulo 44

Alexandria-Egito 350 a.c

Ela comtemplava seu reino por uma última vez. As lágrimas de sofrimento já haviam secado. A Rainha absoluta dos Ptolomeus não tinha mais como chorar.

-Cuide de Cesário. -Ordenou ela a uma das escravas. - Não quero que meu filho veja o que está para acontecer com o império. - A escrava continuou parada onde estava. - Ande, mulher! É uma ordem!

A faraó levantou-se de seu trono esculpido em ouro. Desceu as escadas que levavam ao seu assento, e recolheu uma das tochas pelo caminho.

Os soldados preparavam-se para proteger seu lar. Um mar de homens armados até os dentes esperava a margem do rio nilo, onde as forças de Otávio esperavam descer e derramar sangue Ptolomeu as margens do rio sagrado.

Ela caminhou pela areia densa com suas sandálias sendo sugadas pelo chão. Acompanhada de dois soldados fortemente equipados, de lança, arcos e tochas, adentrou a pirâmide da lua, descendo as escadarias até o subsolo.

-Me aguardem aqui. -Os dois fizeram menção de seguí-la. - É uma ordem.

A rainha dos Ptolomeus arrancou a tocha da mão de um de seus servos e passou a explorar a tumba. Bastou dar um passo além da porta que ela se fechou.

Ela caminhou pelo corredor estreito, rodeado por hieróglifos mais antigos que os próprios deuses, sentindo pela primeira vez em dias, as lágrimas molharem seu rosto novamente.

Ao chegar ao último cômodo, um altar enorme era erguido com a pintura de uma criatura apagada pela erosão e o tempo. O corpo estava sendo corroído por traças e a cabeça encoberta pelas teias de aranha, deixando a vista apenas as asas de ouro majestosas que pareciam iluminar o cômodo, em vez da pequena tocha que vossa majestade carregava.

O Enigma das Asas de Ouro Histórias para pegar e não largar. Descubra agora