Arthur Lancaster cresceu sem os pais. Vivendo com o avô em Minnesota, nunca enxergou maiores possibilidades para si próprio, quando, inesperadamente, recebe a proposta de ingressar no internato mais caro da Inglaterra: Goldwing High School.
Mal Arth...
Caramba, galera, não acredito! Chegamos aos CINCO capítulos finais de EAO. Estamos literalmente na contagem regressiva para o fim dessa trama, e acho que já disse uma vez, jamais pensei que essa história fosse prender tanta gente, ou até mesmo que eu continuaria, por quê em uma coisa eu sou MUITO bom: Parar algo antes de acabar. Pergunta a minha apostila de Geografia. Começo a ler a matéria e paro na segunda linha KAJAJSHSUANDJSJAKDJ. Andaram me falando muito sobre a ideia de um segundo livro ainda sobre as aventuras da turma do Arthur(que é isso? mangá do Maurício de Sousa?!), , continuando a história do Enigma das Asas de Ouro, e eu realmente fiquei tentado a continuar, tive até muitas ideias. Porém, acabei optando por NÃO continuar o enigma e parar por aqui. Tudo que eu não quero é que a história comece a ficar repetitiva e vocês ou eu cansemos de EAO. Isso não! Por isso, acho bom a trama encerrar por aqui. Tudo vai acabar no capítulo 50, como previsto. Então, vou deixar de falar né? Abraço a todos e todas e muito boa leitura!
" Sometimes we are strong, others, weak. Just a matter of time and behavior" Daniel Sharman
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EAO-Capítulo 45
A Janela do quarto mostrava o jardim. As gotas de chuva que caíam sobre o vidro faziam a textura do material tornar-se mais fria.
O garoto mantinha as mãos sobre o vidro. A respiração batendo contra a janela. Um carro diferente havia chegado aquele dia.
-Você. Lá para baixo. -Falou a velha baixa e gorda, com uma verruga saliente no nariz.
A criança desceu da cadeira em que estava em pé para ficar da altura da janela e seguiu para o andar de baixo sem olhar para aquela velha.
-Ei, garoto. -Ela o chamou, sendo rapidamente ignorada. - Estou falando com você.
Ele continuou a andar, ignorando o chamado da mulher. Essa, por sua vez, andou em passos longos pelo piso, o puxando pelo braço de forma violenta.
-Escute aqui, seu pirralho insolente.-A dor no pulso era forte, mas ele não daria a ela o gosto de perceber que ele a sentia. -Esse lugar tem a função de receber vermes como você, mas posso transformar sua vida em um inferno, está bem?-Ele não demonstrou alguma reação. - Temos visitas lá em baixo, e é bom ser simpático, se não, vai para o porão, fui clara?!
Ele puxou o braço com brutalidade. Virou de costas para a cuidadora e desceu as escadas. Iria acabar logo com aquilo.
Mal desceu dois degraus e já viu o monte de crianças reunidas à espera do visitante. Todas uma ao lado da outra como se fossem mercadorias a serem escolhidas, não pessoas.