capítulo 13

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Estou cansada, o que me faz ficar irritada e sem paciência

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Estou cansada, o que me faz ficar irritada e sem paciência.

— Olá! - Martha entrou no quarto.

Sério que essa mulher tá aqui?

Olhei tudo ao redor a procura de algo pontiagudo. Quero essa mulher o mais longe possível de mim.

— O que você quer, sua falsa do caralho?

— Nossa!  - arregalou os olhos.

Não vou mais engolir nada. Não vou mais tentar apaziguar as coisas quando claramente não facilitam para isso. Não acordei com o melhor dos humores, pretendo continuar assim.

— Vai fala logo! Assim você volta do buraco onde saiu.

Estou numa raiva dessa mulher. Eu achava que ela era gente boa. Que idiota eu fui.

— So estou aqui para da o recado do senhor Liws.

— Admite Martha, que você deseja mais que tudo no mundo o Eric para você. Sonha e tudo. Sonha ele te tocando...com aquelas mãos grandes que ele tem. A boca. Já imaginou ela na sua. Ela lá em baixo.

— Exijo que me respeite.  - soou firme, porém suas bochechas estão coradas.

— Já imaginou. Olha só sua reação. - cai na risada. Estou rindo, mas pela reação dela não foi só imaginação que entrou em ação.

— Sua....  - se calou.

— Sua o que? Fala, Martha. Põe para fora algo que realmente queira fazer. Vai, mulher. Não tenha medo.

— Não sou tão baixa quanto você.  - cruzou.

Baixa quanto eu? Falou a mulher que se tapeou, para se sair de vítima, se isso não é ser baixa, o que é meu amor?

Martha me olhou de cima a baixo com ódio nos olhos e saiu.

Eric vai bater aqui daqui a pouco. Mexer com a "simples empregada" dele, é cutucar onça com vara curta.
Eu estava quieta no meu canto, já tinha aceitado essa vida. Era só ela não aparecer na minha frente com sua falsidade.

— TENHO QUE FAZER TUDO?  - Eric entrou gritando no quarto. Ele tem uma garganta boa, hein.

— Do que está falando?  - sou boa atriz.

— Martha...  - o interrompi.

— Eu quero que ela se dane! Pra casa do caralho.

— Ela só está fazendo o seu trabalho.  - ficou vermelho. Sinal de irritação. Ui.

— Que faça longe de mim. Já falei que não quero ela perto de mim.

— Quando vai perceber que não tem querer nenhum?

— Então você escolhe.  - cruzei os braços.

— Não escolherei nada. Eu mando.

Manda bem mau.

DEVO AMAR-TE? (CONCLUÍDA)Onde histórias criam vida. Descubra agora