capítulo 22

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É como se eu estivesse em plena escuridão

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É como se eu estivesse em plena escuridão. Como quando a luz do sol deixa a visão escura, foi um ou dois toques, de sua língua, sua respiração quente e ofegante e cheguei novamente ao meu ápice.

Continuar de pé depois de chegar ao paraíso, foi missão impossível. Ambos ofegantes. Eric me pegou no colo, pós sobre a cama, não sabia se tentava normalizar meus sentidos ou qualquer outra coisa que queimar em mim ou minha respiração. Então sorrir.

Eric me fez sorrir pela primeira vez. Seus olhos azuis percorreu todo meu corpo desnudo, pousando em meus lábios, onde o sorriso resplandecia todo meu sentimento por ele. Tô perdida.

Posso sentir o quanto Eric está tenso, só não sei o motivo, motivo real. Concreto. Ele se levantou, deu a volta na cama pegando a bandeja de café da manhã, que trouxe a pouco.

— Coma. – ordenou.

Ele não sorriu de volta, me fez ir ao paraíso tendo umas das melhores sensação, de quebra ganhou um sorriso só seu, e não teve reação. Frio, robótico, frustante.

Me pus de pé. Fui até a poltrona ali, peguei meu robe que estava sobre, o vestir.

— você está bem? – a única coisa que posso fazer, perguntar se ele está bem.

— Estou sim. – Ele respondeu.

O que vem agora? Um surto?

Toquei com cuidado em seu antebraço, deslizando minhas mãos até as suas. O puxei para sentar na cama. Fiquei entre suas pernas, com as mãos em volta do seu pescoço.

O que fazer agora, Camille? Não sei o porquê dessa reação dele. É assim que funciona entre homens e mulheres normais? Tenho que fazer alguma, não quero que ele surte e estrague todo o progresso que fizemos até aqui.

Seu olhar está distante. Seus pensamentos devem estar fervendo.

— Eric. – o chamei, aproximando meu rosto do seu. O chamei novamente e de novo até obter sua atenção em mim. Quando ele "saiu" dos seus devaneios, estremeceu, apertou-me na cintura onde suas mãos estavam.

— Gosto quando tenho você sobre meu total controle.

Ele não poderia ter estragado o clima de maneira melhor. Mas se tratando do Eric, até que ele poderia, mas esta frase, faz sentido a tudo que ele fez. Não vou mentir, me Pegou de surpresa. Não irei levar ao pé da letra, porque sei que para ele foi necessário dizer isso.

— Tudo bem. – balancei a cabeça entrelaçando meus dedos em seus cabelos. Com a outra mão livre, a deslizei da nuca para o colarinho da sua camisa. Comecei a tentar tirar a gravata, o que foi um total fracasso, com uma mão.

— Te ajudo quanto a isso.  – segurou meu pulso.

Não. Eu quero fazer, mas acatei. Sai do seu "colo". Sentei-me sobre a cama, com as pernas dobradas para trás. O mesmo ficou a minha frente, inclinou-se tempo suficiente para "arrumar" meus cabelos sobre meus ombros, os fazendo cair em cascata por todo o meu colo. Observei cada pequeno movimento dos seus dedos, mãos, braços e olhar. O desatar do nó da gravata. Como seus dedos pressionaram o tecido com leveza e agilidade. O desabotoar da camisa, deixando à mostra a prova viva, do resultado de dias de malhação e o quanto combina perfeitamente com todo o resto. Eric é uma combinação perfeita de músculos e beleza. O cinto deixou sua cintura, a calça foi desabotoada, deslizando sobre suas coxas, deixando à mostra sua cueca preta, com volume notável. Passei a ponta da língua entre os lábios. Subir meu olhar para o seu rosto, que também me olhava, o que me deixou mais excitada.

DEVO AMAR-TE? (CONCLUÍDA)Onde histórias criam vida. Descubra agora