capítulo 21

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Sabe aqueles pesadelos tenebrosos que você está uma espécie de labirinto, um labirinto de névoa, você corre de um lado para o outro, em uma direção a outra e nunca consegue sair e tem sempre alguém assustador atrás de você? Então, eu estou em um d...

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Sabe aqueles pesadelos tenebrosos que você está uma espécie de labirinto, um labirinto de névoa, você corre de um lado para o outro, em uma direção a outra e nunca consegue sair e tem sempre alguém assustador atrás de você? Então, eu estou em um desses. Como sei que é um pesadelo? Porque acordei e meu perseguidor está ao meu lado. Moral do sonhos/história/pesadelo, é que o surreal é sempre uma sobra do real.

Apoie-me nos cotovelos erguendo um pouco a cabeça, o que fez meu cérebro protestar com uma dor de cabeça medonha. Soltei um ruído de frustração.

Qual é, foi apenas um cole de uísque. Um golão.

— Bom dia, senhora.

Levei um susto. Espreitei um pouco os olhos e lá estava Martha. E dos mortos. Olhei para meu lado direito e não havia ninguém, como vi/pensei que havia. Estou ficando louca. Vi o Eric do meu lado a pouquíssimo tempo. Pisco e lá está Martha de pé aos pés da minha cama.

— O que faz aqui projeto do capeta? Eu já não falei tanto para você tanto para o meu marido que não há quero aqui?

Foi totalmente uma pergunta retórica, já que não obteve resposta eu estou pouco me lixando para a resposta no final das contas. Eu só quero que ela se dane daqui

— Eu que pedi. – e como se estivesse ouvindo a "conversa" atrás da porta, surge Eric com uma bandeja de café da manhã em mãos.

Então tudo que conversamos na noite passada foi em vão? É o que está aparecendo Camille, é o que está aparecendo.

— Conversa fiada, todo aquele papo de ontem? Não precisa responder. – estendi a mão minimamente.

Pés no chão, tudo girando. Porra, não é para tanto. Podia pelo menos ser um pouco mais forte para o álcool, resolveria meus problemas? Não.

— Camille...

— Cala a boca, Eric. Você sabe que eu detesto essa mulher. Ela mexer os pauzinhos e te põe contra mim. Ela tem uma influência sobre você que...só me prejudica, nós prejudica. É tão absurdo que você não percebe. – Passei as mãos no rosto e olhos secando as lágrimas. Sim. Chorei. Porra, merda, caralho! Não!

É impossível de acreditar, que depois de tudo ele a trouxe de volta.

Depois da conversa que tivemos ontem, eu sabia que no dia seguinte não iria está tudo resolvido, tudo bonitinho. Não. Isso realmente não iria acontecer, mas pelo menos um por cento de tudo que foi dito acontecesse, estava no meu cantinho da esperança.
Sempre que eu tento acreditar, dá uma chance, vem ele mesmo e me dá uma porrada de realidade. Sua realidade. Uma realidade torta e de tudo sempre é do seu jeito.

— Martha nós deixe a sós por favor. – pôs a bandeja sobre a cama. A mulher deu um sorriso e saiu. Está fora do meu controle meus próximos passos, Se ele chegar mais perto, possivelmente socaria a cara dele. Vontade não falta.

— Você é muito cara de pau. Nem sei porquê te dou corda. Eu pensei que a gente pelo menos dez por cento, estávamos bem. Mas não. Você me aparece com essa naja? Desisto. De você. Da gente. Porque não vale a pena.

— Conversei com ela por telefone. – ele se aproximou. – Ela precisa do trabalho.

Revirei os olhos.
Muitas pessoas precisa de trabalho, mas nem por isso a gente põe dentro da nossa casa.

— Claro. Por que só você que pode a emprega-la. – fui irônica. – Você é uma idiota de marca maior. Sabe aquele prémio que ganhaste ontem, é esse o sentido dele. De idiotice.

— Sei que está brava...

O interrompi.

— Brava? Não. Não mesmo. Estou com pena de você. Vive dizendo que eu, eu te manípulo, – rir com sarcástica. – Deveria rever suas... – estalei os dedos. – Como é a palavra? Não sei. Mas deveria rever quem mexe nas suas cordinhas.

— Sei cada passo que ela dá.

— Sabe sim. E como sabe. Sabe tanto que preferiu acreditar numa mentira sem fundamento algum, quando estávamos em Nova York, Eric. – cansei dessa conversa. – Por favor, me deixa sozinha. De preferência, me tranca nesse quarto se for para não ver a cara da Martha de novo, eu prefiro.

— Camille. – suspirou.

— Não me venha com "Camille". – fiz voz enjoativa. – Foi você que a trouxe de volta. Eu te falei, te pedi que não.

Sei que estou fazendo birra, não é tanto birra, mas tenho total razão. Se ele mesmo disse que queria tentar e tudo mais, para quê trazer de volta uma pessoa que fez de tudo para me prejudicar? Não tem lógica nenhuma.

Já no banheiro ouvir a porta do quarto batendo. Suspirei. Não sei se de alívio ou de irritação.

— Tinha planejado um dia legal para a gente. – me assustei.

Virei-me e Eric está de braços cruzados, encostado no batente da porta. Porque não a tranquei.

— Não curto triângulos. – voltei minha atenção para o espelho. Credo, minha aparência não está das melhores hoje. Também, acordo logo tendo raiva. Passando nervoso.

— O que?

Se fazendo de inocente. O ignorei.
Escovei os dentes , lavei o rosto o enxugando em seguida. Voltei o olhar novamente para o espelho e ele ainda está lá.

— Te pedi para me deixar sozinha. UMA VEZ, SÓ UMA ÚNICA E MALDITA VEZ, FAZ ALGO DE BOM PARA MIM E ME DEIXA SOZINHA! – gritei.

Meu ataque não foi um impedimento para Eric me beijar e eu me deixar levar.

Não posso fazer nada em relação aos meus sentimentos para com o Eric. E estou condenada. Posso até bater o pé, fazer birra, não dá o braço a torcer, mas estou totalmente a mercê dele, isso é fato.

Os momentos seguintes pode ser concretizados, como, minha passagem só de ida para o inferno de mãos dadas com o próprio diabo.
Não existe pessoa mais agitada internamente que eu. Muita coisa aconteceu e por tudo isso, não deveria seguir o rumo que estou indo agora, porém, estou seguindo. Irei onde ele for. Com consciência de tudo, ou fazendo o máximo para não.

O beijo foi ficando cada vez mais intenso, com apertos realmente fortes, que chegaram a formigar na região. Marcas serão deixadas e dessa vez não posso reclamar, pois tem todo o meu consentimento. O tecido oi rasgado, praticamente se dividindo em dois. Soltei um gemido de susto e ao mesmo tempo de excitação. Sim.

Foram apenas míseros segundos do ato de rasgar a camisola que eu estava a usando, olhar como se fosse me devorar (não como faz agressivamente) e voltar a me beijar. Erick afastou o rosto, morder o lábio inferior, depois se reaproximou e mordeu-me no pescoço. Foi tão rápido, que quando notei que era de fato uma mordida, ele já estava beijando na região. Enterrei minhas mãos em seus cabelos.

Todo o meu corpo se enrijeceu, depois estremeceu com força, quando Erick se ajoelhou  ao meus pés, pós uma de minhas pernas apoiada em seu ombro, me olhou nos olhos e beijou-me, sobre o tecido fino de renda da minha peça íntima

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Todo o meu corpo se enrijeceu, depois estremeceu com força, quando Erick se ajoelhou ao meus pés, pós uma de minhas pernas apoiada em seu ombro, me olhou nos olhos e beijou-me, sobre o tecido fino de renda da minha peça íntima.





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DEVO AMAR-TE? (CONCLUÍDA)Onde histórias criam vida. Descubra agora