Anjo de vingança

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Angel Mondragón

Faço sua cabeça afundar-se na macia superfície do colchão e a seguro ali afim de que não me olhe nem um segundo, esse contato reservo apenas para poucos e a preferência minhas vítimas, o que não é o caso dessa distração.

Quando envolvo os cabelos entre meus dedos e a mantenho estática coloco uma perna de cada lado de suas pernas e a monto numa entrada só puxando os cabelos.

A bela mulher dos cabelos morenos põem-se a gemer com desespero enquanto eu arremato o interior lubrificado que me abriga com suaves convulsões enquanto movo os quadris em direção ao meu prazer.

Entro e saio com a destreza que demanda minha ferocidade e prendo as mãos espalhadas contra as costas com uma mão.

Com a outra inicialmente no cabelo faço descer e bato várias vezes contra nádegas claras que iam adquirindo um rubor que fazia meu pau ainda mais faminto.

- Foda-me.

Gosto do que escuto e dou aquela prostituta a chance de respiro quando saio e me coloco atrás dela que deito na cama.

Seguro a base inchada e busco a entrada que provoco sem entrar sequer e quando ela pede eu apenas encho uma mão cheia e arremato contra sua bunda que aperto em seguida.

Assim que ela cansa de implorar eu entro todo de uma vez deixando só os testículos fora daquele buraquinho onde volto a me mover ouvindo o barulho do choque veloz.

- Você come rápido docinho. Vai durar pouco.

Busco com as mãos o pescoço que aperto um pouco trazendo até próximo da minha boca a sua orelha.

- Você não decide nada, eu decido e mesmo que não seja da sua conta eu garanto que posso durar horas a fio porque não é sua boceta que vai me satisfazer.

Nada poderia. Não enquanto eu vivesse à sombra de ter Eva Bovoir em minha posse.

Fato que demorava demasiado passado uma semana desde a última oportunidade.

Desde então fora tempo o suficiente para que eu percebesse que não lidava com amadores, Hugo Crawford, ao exemplo escolhera de todos os países logo a Inglaterra e a Rússia onde o meu poder fica reduzido o que não quer dizer inexistente apenas vagaroso, pois sem contatos mais expressivos começo a agir mediante a subornos que podem ou não resultar em algo.

Até agora nada.

Saio daquela distração em específico, demasiadamente bonita e agradável que de nada me serviria e a dispenso depois de pagar por bem mais do que usufrui, sem reclamar na verdade porque estou ciente que não me inspirou a satisfação necessária.

- Posso resolver...

- Não pode - Digo segurando sua mão e afastando do meu pau ainda duro a conduzindo a porta que ao fechar bato contra pela frustração.

A minha vida agora girava em torno disso.

Aliás não só esse momento mais desde que saí de Chicago após a ligação de Cárceres, que por pior que seja devo, e portanto não deve ser em vão já que um mafioso nunca deve dever somente cobrar.

Após doze horas exaustivas num vôo discreto eu simplesmente não poderia falhar.

Angel Mondragón cumpria seus objetivos.

- Berto - Atendo assim que o telefone toca no momento exato em que começo a vislumbrar os itens do quarto.

Paredes amarelas, uma cama de edredon azul e um carpete branco e uma janela única ni canto esquerdo, nada a destruir o que me mantinha ainda mais inquieto.

O pecado de Hugo Histórias para pegar e não largar. Descubra agora