Livro 5
Uma menina órfã que é adotada pela família real e descobre que ser da realeza nem sempre tudo é flores, decide se afastar do castelo para viver na fazenda onde sua tia morou e essa viagem faz com que ela encontre o verdadeiro amor.
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O resultado de juntar amigos é se divertir e era isso que nós estávamos fazendo desde que Ryan chegou. Vocês não vão acreditar que o único serviço destinado para ele foi acompanhar o príncipe em sua vinda na cidade. Ou seja, ficar junto comigo e as meninas na bagunça.
Todas as tardes eles inventam alguma coisa para fazer, mas faz quase uma semana que jogamos Croquet. Esse jogo veio na mala de Gui e tem feito nossas tardes muito boas. Claro que eu sempre ganho, sou a melhor nesse jogo, lembro que jogava com os meninos no Raio de Luz.
Certa tarde, fomos jogar Croquet na casa de Gui e o resultado:
- Não vale, essa menina sempre rouba! - diz Rebeca que era parceira de Ryan.
- Olhe eu e minha parceira não roubamos nada, mas somos boa em tudo que fazemos. Quer um conselho? Se conforme. - falei rindo.
Briga vai e briga vem, decidimos tirar a sorte e jogar de novo, quem ganhasse ganharia uma rodada grátis de sorvete.
- Vamos ficar de olho em Dalila e Nataly, elas gostam de trapacear. - disse Gui.
- Podem olhar o quanto quiserem, só não podem se apaixonar. - Dalila disse fazendo um gesto engraçado.
- Se eu ganhar vocês duas pagam uma prenda. - diz Ryan.
- Apostado, mas se nós ganharmos vamos tomar sorvete de graça e você vai ficar chorando. - disse mostrando a língua.
Começamos o jogo pela quinta vez naquela tarde, duas eu ganhei e três o jogo antes do fim da briga. Tia Karla ficava rindo de longe nos olhando e conversando com a governanta da casa.
Após cinquenta minutos de jogo eu grito:
- Ganhei!!!!!!!!
- Não acredito! - disse Rebeca jogando o taco no chão.
- Muito obrigada, eu mereço tudo de bom, inclusive os sorvetes. - disse fazendo um gesto.
- É muita sorte dessa garota. - diz Ryan.
Fomos tomar sorvete perto da tia Karla que ria da briga que os meninos faziam por causa do jogo.
- Não jogo mais com Nataly, ela não sabe ser companheira. - resmungava Gui.
- Crianças se acalmem vejam que a experiência fala mais alto. - digo rindo.
Após o lanche os meninos estavam sentados embaixo de uma árvore e eu fui com Rebeca jogar, estávamos só fazendo de conta que jogava. Os dias perto deles estavam tão agradáveis.
- Nataly, queria lhe perguntar uma coisa. - disse Rebeca.
- Pode perguntar.
- Ryan, tem namorada? Quer dizer, ele porventura deixou alguém lá na corte o esperando?
- Não amiga, pode namorar ele se quiser, ele está a disposição.
- O que está a disposição? - pergunta Gui se aproximando junto com Ryan.