"Estamos todos no inferno, não há solução, pois não conhecemos nem o problema"
Skylar Winslet, uma repórter investigativa recém-formada acaba se envolvendo com um narcotraficante, chefe de uma grande produção de cocaína na cidade de Denver, no Color...
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Podemos assistir a injustiça bater à nossa porta e perceber, infelizmente, que em algumas ocasiões não há absolutamente nada a fazer. Podemos chorar com o coração partido a perda da pessoa amada ou de um ente querido. Podemos, por tanta coisa negativa que aconteça, julgarmos que tudo sempre dar errado conosco e maldizermos nossa sorte. Mas a verdade é que a vida é superação. Nós não nascemos andando, não nascemos falando, nem pensando tanta bobagem. Sua vida pode ser uma comédia, uma aventura ou uma história de superação, sucesso e amor. Mas pode ser também um drama, uma tragédia ou a monotonia da não-mudança. Porque todos nós temos tudo isso em nossas vidas. O que muda é como editamos, em quais experiências mantemos o foco e sobre o que falamos. Fale do drama, e sua vida será um drama. Fale da aventura e a mesma vida será deliciosa.
— Todos os aviões já fizeram seus pousos e as mercadorias foram entregues aos compradores — James falou olhando pelo notebook e eu apertei seu ombro, contente.
— Amor, alguns traficantes entraram em contato para fechar acordo, a sua cocaína no Brasil está fazendo um sucesso daqueles! — Justin falou entrando no galpão e me jogou uma pasta com alguns papéis — Aí está os contratos, para que avalie e se ficar interessada, assina — Piscou, sorrindo.
— Sua opinião como antigo patrão? — O olhei e ele riu.
— Os caras são grandes, se eu fosse você pensava com carinho — Ele disse
— E a minha opinião é que o Cartel ficou muito melhor depois que passou a ser administrado por uma figura feminina — Aysha disse.
— Porquê você é tão puxa saco? — Justin perguntou olhando para Aysha e ela lhe mandou o dedo do meio — Se bem que eu adoro receber ordens — Ele me abraçou por trás e eu ri — Que droga Sky o que você derramou no meu pé?
— Nada — Falei estática sentindo minhas pernas molhadas — Eu não acredito.
— Vai nascer! — Justin berrou também olhando para o chão onde o líquido da bolsa estava acumulado e eu o encarei incrédula.
Estava falando com Jazmyn pelo celular enquanto Justin dirigia apressado para o hospital, ela me pedia para contar o intervalo de tempo entre as contrações para que tivéssemos uma noção de tudo, as contrações estavam fracas, eu praticamente não estava sentindo nada, Justin pelo contrário estava nervoso e me perguntava toda hora onde estava doendo. Não era a primeira vez que eu passava por aquilo, quando tive Henry passei por um susto maior, mas Bay era comportada, nem me causou enjôo nos primeiros meses e nem dava todas as cambalhotas que Henry dava dentro de mim, querendo mover minhas costelas de lugar.
— Todo mundo está vindo pra cá — Justin disse quando entramos no hospital — Está doendo, amor? — Ele me olhou preocupado, e eu ri baixo.