Raiyka e Afrodite trabalhavam na poderosa arma que seria conduzida por Eros. Enquanto o deus do amor trabalhava a flecha em ouro maciço, a jovem buscava a noiva de Poseidon.
Cora agora se encontrava na sacada junto de sua fênix Perse, admirando o céu de Urano.
— Porque tudo parece complicado? É sou um casamento não é mesmo, Perse? -diz mais para si mesma, do que para sua fênix.
— Então vai mesmo casar? -pergunta Hermes.
— Sim. É o meu destino e devo seguir-lo. -responde Cora.
— Achei que me amasse. -diz irritado.
— Eu também, mas saber que me traiu com Psique ou melhor, não só a mim mas sim Apollo também, mudou tudo que sentia sobre tua pessoa. -diz confiante.
— Foi somente diversão. -diz simplista e risonho, debochando.
— Não para mim e imagino que muito menos para Apollo. Agora se me der licença, tenho mais o que fazer além de discutir com vossa pessoa. -se encaminha para a parte sul do jardim, perto das portas do salão.
— Vai voltar para ele? -grita fazendo com que a mesma se vire.
— Ele tem nome. E sim, vou voltar para meu futuro esposo, se é isso que desejas saber. -se retira.
O coração puro da flor sofria, mas pelo menos sua consciência estava tranquila. Afrodite pode sentir a dor da pequena e com isso, se empenhou mais em seu projeto, mesmo que soubesse o destino de seu coração mortal.
No salão todos viam golfinho que a jovem afrodin fazia aparecer, arrancando uma custosa lágrima da bela nereida.
Anfitrite amava golfinhos pois fazia com que lembrasse de seu lar junto de seu pai e suas irmãs. A princesa sentia muita falta disso pois agora era prisioneiro de seu próprio noivo, cujo era o rei dos mares, ao qual nunca poderia escapar, por mais que já tivesse tentado.
— Foi mais fácil do que imaginei. -sussurrou.
— É porque ela está no cio. -diz Hades assustando-a.
— Senhor Hades quase me mata de susto. -diz colocando a mão no peito.
— Cora está no jardim com a fênix que Métis lhe dera. -diz lhe indicando o próximo objetivo da moça: a melodia de Cora.
— Obrigada. -agradece se curvando.
— Não faço por favores ou ajuda a um ser como vós, faço pois quero um serviço com perfeição. -responde ríspido.
— Sim Senhor. Com sua licença. -se retira rapidamente.
A bela afrodin de cabelos laranja, vai ao jardim da primeira esposa de Zeus, Métis, a deusa das curas, encontrando uma bela jovem de cabelos fogo ninando uma fênix pequenina.
— Quem está a me espionar? -pergunta Cora em um tom alto, para que o ser a escutasse de onde quer que estivesse.
— Desculpe Senhorita Cora, não queria lhe atrapalhar. -diz Raiyka constrangida.
— Nunca me atrapalhas Raiyka. -sorri para a jovem. —Me diga, o que buscas aqui? -diz acariciando sua ave de estimação, que mais era uma amiga.
— Só andava a espairecer, e acabei por vê-la aqui, e me pareceu algo angelical, uma princesa com sua fênix ao luar de Ártemis, um momento lindo. Só faltou vossa bela voz para harmonizar a cena. -diz encantada e sorridente.
— Porque quer que eu cante, Raiyka? -pergunta desconfiada.
— Porque gosto de sua voz, Princesa. -responde um pouco nervosa.
— Raiyka, eu lhe conheço desde que me considero um ser pensante. O que de verdade estas me ocultando? -pergunta esperando a verdade por trás de seu pedido inusitado.
Olá roseslunaris! Tudo bem com vocês? Bom, eu vou ser sincera:
ESQUECI QUE ONTEM ERA PARA TER UMA ATUALIZAÇÃO DE PERSEPHONE!
Sim meu anjinhos, eu esqueci, me desculpem mesmoooo! Só lembrei hoje(um dia depois) mas enfim, mais um capítulo atualizado. Espero que gostem, não esqueçam de votaar!!Amo vocês, e me desculpem mesmo. Nos vemos no próximo capítulo, beijos e borboletas🦋💙
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Persephone
FantasyFilha da dor e do desejo, dona do olhar das matas, cabelos em tons de fogo, pele como nuvens e lábios de rosa vermelha. Uma criança que se vê cortejada pelo destino e beijada pela casualidade: Se entregar a morte para obter vida. Até a flor mais bel...
