Conversando com a vovó Kim.

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Olá, genteee! Mais um capítulo fresquinho pra vcs. E eu vim aproveitar pra vender meu peixe que é minha nova fanfic chamada " Califórnia Dreams" vão lá dar uma olhadinhaaa.

Boa leitura e não se esqueçam do voto e de comentários!!

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O coraçãozinho de Kyungsoo sairia a qualquer momento. Ele ali, sentia-se como um alfa pedindo a mão de seu ômega para a família dele. Ele soava frio, suas mãos eram secas em seu jeans enquanto seguia a mulher de boa postura. Passaram por uma porta e Kyungsoo viu que era uma sala de negócios.

Continha uma mesa grande com acentos confortáveis de frente para uma enorme poltrona do outro lado. Atrás, uma janela grande de vidro e aos lados dois armários de madeira fechados.

— Sente-se, Kyungsoo.

Apontou para uma das poltronas e sentou-se na sua de frente ao garoto e o olhou. Engoliu seco e abriu um pequeno sorriso.

— Oi, eu sou o Soo.

— É, você já disse isso. – seu sorriso foi fechando-se aos poucos e ele desviou o olhar para suas mãos em cima da mesa. — O que viu no meu neto? E eu não aceito uma resposta ruim pois o outro garoto que veio aqui só falou asneiras saindo completamente do assunto que eu impus.

— Shakespeare já dizia que "O amor não se vê com os olhos mas com o coração." – ela aliviou sua expressão passando a dar um pequeno sorriso. — O que vi em Jongin foi mais que atração. Foi amor, Senhora Kim. Gosto dele há muito tempo.

— Isso é verdade? Sabe, quero que acompanhe meu Jongin nos bons e maus momentos. Ele às vezes é cabeça dura e por isso precisa de alguém que o entenda. Nossa empresa está lá há mais de décadas e sempre sendo gerenciada por casais excelentes. E não quero que não tudo vá por água abaixo por falta de responsabilidade. Eu preciso que ele tenha um bom ômega ao seu lado.

— Compreendo. – respondeu mais calmo. — Entendo seu ponto de vista e sei o quanto essa empresa é importante para sua familia. Creio que mesmo se no futuro não estivermos juntos e Jongin não se casar, acredito que ele saberá cuidar de toda essa empresa sem a ajuda de um ômega. – olhou para a mulher. — Ele é responsável e extremamente inteligente. Não se preocupe com quem se casará com ele no futuro.

— Você o ama? Como todos diziam o amar?

— Clarice Lispector estava certa quando disse que Qualquer um pode amar uma rosa, mas é preciso um grande coração para incluir os espinhos. Todos que passaram na vida de Jongin o amaram pois sabiam que iriam ter um bom futuro. Já eu o amei por ser ele. Pelo seu coração. Sempre soube que ele no fundo era um bom alfa.— Ela sorriu abertamente e Kyungsoo a acompanhou.— Eu o amo.

— É confortante saber que meu filho está em boas mãos. – corou envergonhado. A mais velha levantou-se e pegou na mãozinha do menor. — Venha! Quero mostrar a todos o meu mais novo netinho.

Dois meses amor Histórias para pegar e não largar. Descubra agora