CONCLUÍDA.
capa por: @Summwrr
Saber que terá que passar dois meses fazendo trabalho da escola não é um bicho de sete cabeças para Kyungsoo, entretanto, tudo vai por água abaixo quando por destino - ou nem tanto- terá que fazer o bendito trabalho co...
Olá boa leitura e não se esqueçam de votos e de comentários!! Por favor. Quem tiver interesse no livro físico de Dois meses amor por favor me mandem mensagem no privado, ok?
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— Você me fez amar você, Kyungsoo. E esse sentimento de amor ainda esta apresente no meu peito e machuca. Machuca muito. Porque toda vez que eu vejo você me da vontade de chorar. Por não te tocar, não te abraçar do jeito que eu queria e mais ainda porque eu não posso expressar meus sentimentos. Mesmo de longe eu ainda quero sim ser seu namorado. Novamente.
Jongin tirou duas alianças do bolso e colocou no anelar do ômega que franziu o cenho.
— Você não tinha as jogado fora?
— Tinha, mas foi na hora da raiva. Quando você saiu do campo eu fui lá e as peguei novamente. – riram. Jongin suspirou e deixou um beijo na aliança. — Para todo sempre, o nosso amor.
— Para todo sempre, o nosso amor!
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Em um canto da sala de estar Sehun chorava. A notícia de que seria papai estava fazendo efeito agora o que deixava o alfa balbuciando e ainda chorando feito uma criança. Junmyeon estava triste no quarto pensando no quanto ele havia errado.
— Sehun, olhe para nós. Não vê como somos felizes com nossos filhotes? – Jongin indagou agachado ao lado do melhor amigo. — Isso que dá ficar transando como se estivesse sempre no cio. – brincou e conseguiu fazer Sehun rir. — Desde o momento em que marcou Junmyeon que já deveriam pensar nisso. E essas coisas acontecem. Vocês se casaram e agora tem que passar seu sobrenome para mais uma pessoa. Eu sei que é um susto saber que agora terá um bebê pela casa chorando, brincando, fazendo cocô, golfando e entre outras coisas na qual eu passarei novamente, mas pense que isso é fruto do amor de vocês.
— Eu sei, mas...
— Não tem essa de "mas". Não somos mais adolescentes inconsequentes que só pensam em besteira. Somos homens adultos e com responsabilidades. Já está na hora de crescer, Sehun. – o Oh o encarou. — Vocês tem condições financeiras boas o suficiente para cuidar de uma família. E você sabia há muito tempo sobre a vontade de Junmyeon de ter filhotes e sabe muito bem que você não se previne na hora H. – fez carinho no ombro do outro alfa. — Faça como um bom alfa e vá agradecer pelo bebê que seu ômega está esperando. Nenhum dos dois tem culpa de algo, tá bom?
Oh assentiu e correu em direção ao quarto. Jongin o seguiu indo até o quarto de hóspedes onde Kyungsoo estava com as crianças. Sooni dormia junto a Mingyu e Minjun mamava no ômega que quase adormecia sentado na poltrona perto da janela.
O Kim retirou o pequeno do peito e abaixou a blusa de seu amado. Ajeitou o mais novo em seu colo e passou a bater fracamente em suas costinhas para assim, arrotar e ter uma boa noite de sono. Aproximou-se do ômega e deixou um beijinho em sua bochecha e sussurrou: