Arrogante, egoísta, nojento e sem limites. Essas são as perfeitas palavras que eu usaria para descrever Jason Foster.
E eu, Madison Collins - morena, olhos verdes, 1,66 de altura e... eu não vou te contar meu peso -, não esperava que meu irmão iria...
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⚠️aviso de gatilho.
- M A D D I E - 11 de novembro, quarta.
As aulas passaram voando. Saí de meu devaneio já na aula de matemática, no fim dela, quando o senhor Gilbert começou a falar sobre notas.
Fechei meus olhos com força e abri novamente, tentando me manter focada no que ele falava.
— Eu estive pensando... Não acho que seja uma boa ideia fazer todos vocês me entregarem um trabalho extenso. Como sabem, eu sempre tento tudo para ajudá-los com minha matéria, e entendo que nem todos tenham facilidade e paciência. Então vou passar uma ata e assine seu nome se pretende, no lugar do trabalho, realizar uma prova para substituir a nota ruim. Mas vou logo avisando que são vinte questões com dificuldade média e alta, então preciso que estudem bastante.
Dito isso ele passou o papel e eu vi alguns estudantes assinarem. Quando o mesmo chegou na minha mesa, juro que pra mim, pareceram uns trinta minutos de encarar a ata, sem saber o que fazer. Assinei meu nome sem saber se era realmente o que eu queria, passando o papel em seguida, antes de bater um arrependimento.
Assim que o sinal tocou e os alunos começaram a sair desesperadamente, senti um braço se entrelaçar ao meu e me arrastar pelos corredores.
— Vamos, Maddie, colabora. Desaprendeu a andar? — Dakky fez uma careta e apontou com a cabeça pra o jardim.
— Foi mal, eu 'tava pensando na prova. — Dei de ombros, sentando ao seu lado em um banquinho.
— Ah é, você vai fazer isso. — Ela franziu o nariz. — Deus abençoe a Beyoncé, toda vez que eu tinha dúvida eu chutei "B" e deu certo, né?
Ela riu e eu me levei junto em sua risada, respirando fundo em seguida.
— Como vai com Milene? — Perguntei, mudando de assunto.
— Terminamos de vez. — Dakota mordeu a parte de dentro da bochecha e depois deu de ombros. — Eu não acho que gostava tanto assim dela, de qualquer forma... E os encontros eram meio entediantes. Fora que eu sentia que ela ficava encarando todas as garotas que passavam perto de nós. E okay, tipo, eu estou pouco me fodendo, mas ainda assim, meu ego foi ferido, sabe? Você tá saindo comigo, pelo menos nesse tempo olha pra mim, porra! — Ela exagerou nos movimentos, dando ênfase ao seu corpo.
Soltei um riso sem humor.
— Ela não te merece. Você é Dakota fucking Jensen, quem não olharia pra você? — Brinquei, mas quando em jogo era a autoestima de Dakky, tudo era bem sério.
— Concordo completamente! Eu sou quente pra caralho. — Ela franziu as sobrancelhas como se isso fosse uma coisa óbvia para todo ser humano e eu ri. — Bom, o que importa é que Dakota fucking Jensen está de volta no mercado, babyyyy!