Parte 33

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Chego em casa abraçado a Karol rindo e nossos pais estão na cozinha tomando café, eles ficam parados olhando pra gente.
- Quem morreu? Pergunto e as bochechas de Karol ficam vermelha, meus pais sorriem e Moni também só Miguel que está sério.
- Então temos um casal aqui?
Eu e Karol trocamos um olhar e ela sorrir.
- Sim temos um casal aqui.
Elas fazem uma festa e levantam abraçando a mim e Karol juntos, nos sentamos a mesa para tomar café com eles e Miguel limpa a garganta.
- Hum... Então Ruggero quais suas intenções com a minha filha?
- Paiii...
- O que? Estou cuidando de você?
- Ele está certo Karol, não discuta, então Ruggero qual suas intenções com a nossa princesa? Meu pai pergunta segurando a risada. Olho para Karol, que me olha de volta.
- As melhores possíveis, descobri o amor como vocês que são meus exemplos. Volto a olhar pra ela.
- Eu amo a nossa princesa e quero viver ao seu lado para sempre.
- Fiooo. Miguel assovia.
- Ótimo vamos preparar o casório Bruno.
- Muito bem Miguel. Eles apertam as mãos como se fosse um negócio e Karol engasga.
- Casar? Ela pergunta.
- Sim ué, a filha nós já temos.
- Vamos com calma né. Ela fala.
- Já perderam tempo demais os dois não acha Mônica? Minha mãe pergunta
- Tem toda razão. Moni concorda.
- Vamos agilizar esse casamento e amarrar esses dois. Minha mãe decide e Karol arregala os olhos.
- Ei, ei vocês não podem fazer isso é uma decisão nossa.
- Princesa lembra quando eu disse que me intrometia se tomassem decisões erradas?
- Sim lembro.
- Pois é, essa é a hora, vamos Moni temos um casamento para organizar.
Mamãe fala já levantando e arrastando Mônica.
- Ruggero voce não vai falar nada? Karol questiona.
- Amor você já foi contra sua mãe alguma vez?
- Não.
- Então como posso fazer algo? Ela revira os olhos. E meu pai e Miguel se despedem e saem da cozinha.
- Desculpe querida você agora vai ficar amarrada a mim e não se fala mais.
Ela se vira pra mim e enfia um morango na minha boca.
- Hum... está uma delícia, mas não mais do que a sua... Karol não deixa eu terminar começa a enfiar morangos na minha boca.
- Coma tudinho...
- Huruhuri.. resmungo.
- Pra você aprender a ficar caladinho e não falar da minha... A merda estou falando igual a você, vamos embora.
Ela ordena e por pouco não engasgo rindo de sua expressão.
- Pare de rir Ruggero eles querem nos casar.
- Não... Eu quero me casar com você é diferente.
Entramos no meu carro e estou levando Karol até a pubZenere, ela me olha avaliando minha expressão.
- Isso é sério?
- Eu sei que o babaca te pediu em casamento e vocês estavam planejando... Ela me interrompe.
- Eu não aceitei o pedido de casamento dele.
- Não?
- Não.
- Mais eu escutei você falando com sua mãe.
- Você escutou que ele me pediu, mas não me deixou terminar, eu não tinha planos algum em me casar, nem ter algo com Michel só me deixei levar e foi um erro.
- Quer me dizer o que aconteceu?
- Você já sabe ele me bateu.
- Esse filho da puta precisa de uma lição.
- Não, deixe ele lá bem longe da gente, não gosto de ficar atiçando esse tipo de gente que tem mente psicopata.
- Não vou permitir que ele chegue perto de você outra vez Karol. Acaricio seu rosto quando paro em frente ao edifício.
- Ele não vai eu prometo. Beijo sua boca e custo a me afastar mais precisamos trabalhar, então contra minha vontade desço do carro e abro a porta para Karol que me abraça e me beija.
- Eu pego você mais tarde. Aviso.
- Não se preocupe eu tenho um cliente na hora do almoço e depois vou pra sua casa te vejo lá.
- Tudo bem. Selo seus lábios e ela entra no prédio, já estou me virando quando vejo o maldito chegando a passos largos o encurralo na parede segurando seu colarinho.
- Só não acabo com você porque eu prometi a minha mulher que não faria, mais fica esperto, o que você fez não vai ficar assim. Solto e viro as costas.
- A vadia já foi chorar no seu colo.
Viro de uma vez socando a cara desse maldito.
- Lava sua boca para falar da Karol.
- você quebrou meu nariz porra.
Ele segura o nariz que está jorrando sangue.
Puxo seu cabelo levanto sua cabeça para que olhe pra mim.
- Chegue perto dela outra vez e vai ter muito mais do que um nariz quebrado entendeu? Ele não responde e puxo com mais força.
- Entendeu?
- Sim cara eu entendi.
Solto e passo pela rodinha que já se formava ao nosso redor pego meu carro e vou para a Pasquarelli, no caminho ligo para Mike.
- Fala irmão.
- Quero tudo sobre Velasquez, o que você descobrir.
- O que aquele idiota fez?
- Agrediu Karol e quero destruir o maldito, só que Karol resolveu deixar pra lá.
- Que imbecil, deixa comigo Rugge vou levantar todos os podres dele.
- Valeu cara.
- Vocês se acertaram finalmente?
- Sim. Sorrio.
- Vou me casar da pra acreditar ela me amarrou. Ele rir e me deseja parabéns.

Resolvo algumas questões e participo de reuniões e quando chego em casa um pedaço de gente gordinho que nem se aguenta nas próprias pernas corre e me abaixo pegando- a em meus braços. Fecho a porta e Karol aparece.
- Alice você não pode... Hum agora entendi.
- O que?
- Ela escutou o barulho do carro e saiu correndo da cozinha.
- Ela sabia que era o papai. Karol faz uma cara debochada.
- Ah jura, que convencido.
- Papa. Arregalo os olhos e Karol também ,olhamos para Alice que sorrir.
- O que você disse pequena.
Ela começa a falar um monte coisa embolada em sua língua e no final diz.
- Papa. Com os bracinhos levantados.
- Você ouviu ela disse isso mesmo?
- Sim ela disse. Karol fala sorrindo e estou maravilhado.
- Fala de novo meu amor.
- Ruggero acho melhor você gravar, ela não vai ficar repetindo toda vez que você ped..
- Papa.
- O que Alice?
- Papa...papa...
- O que você disse meu amor.
Karol estreita os olhos pra gente respira fundo algumas vezes, levanta o dedo.
- Pequena traidora. Ela nos dá as costas e sai batendo o pé.
- Amor volta aqui, ela te ama também. Rindo vou atrás de Karol.

Último de hoje, amanhã tem mais 😘

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