Parte 6

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Termino de secar os cabelos deixando eles lisos, e faço a maquiagem com o passo a passo que Valentina me mandou, é não ficou perfeito mais gostei foi a primeira vez que fiz.
Olho o telefone e não vejo mensagem do Rugge e isso me preocupa um pouco e como se tivesse chamado ele aparece na minha porta e seu olhar percorre todo o meu corpo fascinado, pego meus óculos de grau e ponho no rosto.
- Para onde vai vestida assim?
- Uma festa beneficente. Ele arquea sobrancelha.
- Com a Valentina ela precisava de companhia para não dormir no evento. Ele sorrir.
- Me deixou na praia sozinho. Resmunga como um menino mimado fazendo bico.
- Você não estava sozinho. Reviro os olhos e ele se aproxima.
- Você está tão diferente Karol... Dou de ombros.
- Sou a mesma de sempre.
- Não.. ele se aproxima mais e acaricia minha bochecha como sempre faz, e seguro a respiração e seu olhar se prende ao meu, ele se aproxima um pouco mais e sinto sua respiração se chocar com a minha.
Ele vai me beijar.
Fecho os olhos com o coração batendo tão forte que tenho medo que ele escute, fico esperando mais nada acontece e quando abro os olhos ele está de costas pra mim passando a mão no cabelo nervoso e quando me olha sua expressão é angustiada.
- Desculpe Karol...
Não acredito que ele está me pedindo desculpas de novo me sinto tão ofendida.
- Você é minha irmãzinha e não posso me aproveitar assim, sou um tremendo babaca.
- Ah você é mesmo. Falo e ele me encara surpreso.
- Kah eu não queria te magoar, eu só faço as coisas erradas e..
- Já chega... Grito e ele para me analisando.
- Chega de pedir desculpas por fazer algo que você queria e eu também.
Falo a última parte em um sussurro mas ele ouviu pois me olha incrédulo.
- Sabe de uma Ruggero, fica aí com suas desculpas esfarrapadas de que eu sou sua irmã e passe vontade mais passe sozinho, porque eu fui.
Saiu do quarto furiosa mais ainda escuto ele me chamar, encontro Valentina me esperando com seu motorista.
- O que aconteceu? Ela pergunta e entro no carro segurando as lágrimas.
- Ruggero. Sussurro.
- Sempre ele porque não me surpreendo com isso.
- Ele não me enxerga e isso me mata por dentro eu sou tão feia assim, sou tão diferente das garotas com quem ele fica, porque ele trai a namorada até com a vassoura mais não comigo?
- Karol você está se ouvindo?
- Por acaso tem vontade de ser a outra?
- Não, só tinha esperanças que ele iria me enxergar e poderiamos sei lá...
- Uma perguntinha assim bem íntima.
- Vocês nunca fizeram nada nem beijinhos quando eram crianças.
- Ele foi o meu primeiro beijo. Confesso.
- E esperava que fosse o meu primeiro... Você sabe mais pelo jeito é mais fácil dar para o mendingo do que pra ele.
- Que horror garota, é a primeira vez que você fala alguma sacanagem mas com personagens totalmente fora.
Deixa eu ver se entendi, você quer transar com ele, mais ele não te nota?
- Parece que estou desesperada. Bufo e Valentina gargalha.
- Acho que você quer isso não só pelo seu coração mais porque confia nele.
- Podemos mudar de assunto, quero poder me divertir e falar em Ruggero e sexo me deixa apreensiva. Valu rir assentindo e chegamos a festa, pegamos logo uma taça de champanhe e rodamos pelo salão, Valentina me apresenta a várias pessoas importantes entre eles um especial que fiquei no céu.
O dono da melhor agência publicitária da Itália e ele me entregou seu cartão para quando eu começar a estagiar que emoção. Tomei duas taças de champanhe e só, queria está sóbria se tinha que conversar com as pessoas.

Quando Valentina me deixa no portão de de casa é quase uma da madrugada, abro a bolsa tirando as chaves, não quero acordar ninguém para abrir o portão principal, estou enfiando a chave na fechadura quando escuto.
- Ei garota? Me viro e um táxi esta parado e uma garota de cabelos lisos castanhos, baixinha está com a porta aberta.
- Pode me ajudar aqui, você mora aí não é? Ela questiona e fico em alerta, mas começo a entender quando ela puxa o braço de alguém e ele levanta desajeitado.
- Ruggerooo...
- Ele bebeu demais, e resolvi trazer ele pra casa, poderia ter levado pra minha mas nessas condições... Corro até o carro e passo seu braço por cima do meu ombro.
- Você consegue sozinha? Ela pergunta.
- Consigo sim, obrigado você precisa de dinheiro para táxi? Pergunto.
- Não estou de boa. Ela fala e volta para o táxi, consigo abrir o portão e fazer Ruggero passar.
- A- a Amanda E-eu quero a Ka-Karol. Ele fala tudo embolado e não consigo compreender o que está dizendo, com muito custo levo ele até o quarto e fecho a porta, ponho ele sentado na cama e me abaixo para tirar seus sapatos.
- V-v-voce é tão linda pa-parece a Ka-Karol. Porque eu sou ela.
- E quem você acha que sou? Ele me olha mais seus olhos estão embaçados, céus está tão bêbado que não consegue ver quem está diante dele.
Puxo sua camisa pra cima, e abro o botão da sua calça, ele só dorme de cueca ou quando dorme comigo ele usa uma calça de pijama ou moletom.
Quando o empurro para deitar na cama ele segura minha cintura e acabo caindo em cima dele, que enfia suas mãos em meus cabelos e toma minha boca com um beijo voraz enfiando sua língua na minha boca, mordendo meu lábio inferior me fazendo gemer.
Ele me vira na cama ficando por cima de mim e sua mão percorre meu corpo causando um arrepio tão gostoso eu devia para-lo, seus beijos descem por meu pescoço e sua mão abre o zíper do vestido descendo aos poucos estou sem sutiã e Ruggero logo abocanha um seio depois o outro meu ventre se contorce e parece que vou explodir a qualquer momento.
- Você é tão gostosa... Ele tira meu vestido e seu dedo encontra meu centro por cima da calcinha que ele põe para o lado e ele estimula me deixando muito molhada.
- Porra você está tão molhada, estou louco para comer essa boceta gostosa.
As palavras sujas só me causam mais arrepios, e não tem a menor chance de para-lo agora eu o queria, claro ele pensa que é outra vai entender o cérebro de um bêbado.
Ruggero me penetra e perco o ar, a dor me atingi em cheio e uma lágrima escapa dos meus olhos ele para respirando pesadamente sem se mover e meu coração se prepara, acho que ele percebeu que eu era virgem.
- Você é tão apertada linda, preciso me controlar para não gozar de primeira.
A sensação dolorosa vai passando aos poucos e relaxo envolvo seus quadris com minhas pernas e ele se movimenta devagar até que estou gemendo e arfando de prazer querendo mais e mais, chegando ao ápice gemendo seu nome e ele vem logo em seguida, ele cai ao meu lado mas não me solta, aconchega seu corpo ao meu.

Simplesmente AconteceOnde histórias criam vida. Descubra agora