Capítulo 38 - Por favor... - Implorei. Ela sorriu perversa.

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Poncho

Chego ao meu quarto com ela agarra ao meu pescoço e com as pernas cruzadas ao redor dos meus quadris. Sua língua se infiltra na minha boca e ouço gemidos, mas sinceramente não sei se são dela ou meus. Minhas pernas nos levam para a cama, e o colchão afunda quando me atiro nele e pressiono seu corpo debaixo do meu, sentindo o calor e a suavidade da sua pele.

Annie

Meu coração dispara quando a já conhecida ereção me pressiona onde mais anseio.

– Adoro o seu pau. – Murmuro.

O sorriso aparece.

O corpo pesado é instigado novamente sobre o meu... Sou uma formiguinha diante da imensidão do corpo dele sobre o meu. Entreabro os lábios e ofego de puro tesão que é ter sua pele instigando a minha.... Aproveitando a deixa, a boca carnuda cobre a minha... eu puxo os seus lábios, chupo e começo um beijo profundo.

Lá vamos nós...

Poncho

Suas mãos passeiam pelo meu peito, costas e braços. Ambos muito ansiosos para se perder no corpo um do outro.

Ela arranha, eu acaricio.

Ela morde, eu amacio.

Ela ofega e eu bebo cada som como se fosse meu passaporte para o paraíso.

Minha mão desce habilmente por entre os nossos corpos e eu me afasto alguns centímetros só para retirar nossas vestimentas. Ela me ajuda tão desesperada quanto eu. Volto a parear sobre ela e a beijo. Beijei-a melhor do que tenho beijado nos últimos dias.

Annie

Retribuo com vontade... não há incertezas, apenas um contentamento eletrizante. A coisa esquenta, entramos no modo esfrega, esfrega alucinado, gostaria de ter mais mãos para poder apalpá-lo em todos os lugares ao mesmo tempo. Há corpos masculinos porém Poncho... esse homem desafia as leis da gostosura fodedora e perfeição viril.

Juro que nunca vi algo tão perfeito!

Nossas línguas duelam embaladas pelas respirações ofegantes e uma onda de bem-estar e excitação percorre o meu corpo. Com uma promessa velada de um sexo incrível.

Necessitando mais contato, escancaro as pernas. Poncho manobra o quadril roçando o belo e duro pau em minhas feminilidades encharcadas. Esfrego-me para provocá-lo. O peito enorme vibra em um ronco de prazer... Todo o meu corpo treme sob o dele. A sensação do belo e grandão pau contra a minha vagina é o suficiente para me fazer ofegar em seus braços.

Eu arquejo.

Ele geme.

Um calor intenso espalha pelo meu ser, concentrando-se no ponto onde a glande potente e quente instiga o clitóris. Sem fôlego, desgrudo nossas bocas e puxo o ar em uma sequência de suspiros entrecortados e ansiosos.

Poncho

Ela cessa o beijo. Me afasto o suficiente para acariciar onde tanto anseio por estar. Molhada. Quente e tão molhada, que a minha boca saliva para entrar em contato com sua maciez.

A respiração de Annie fica mais pesada, os olhos quase fechados, e sua boca se entreabre à medida que permaneço com meus movimentos. Ponho mais um dedo e mordisco sua orelha, chupo seu pescoço, minha boca indo cada vez mais para baixo, encontrando seus seios, alternando entre os seus dois mamilos e eu me delicio.

Seus gemidos são música para os meus ouvidos, sua pele, a mais gloriosa tela, e os suspiros... seus suspiros me arrebatam. Ela geme de novo, e tudo no que eu consigo focar é na maciez de seu corpo e no prazer que está sentindo. O prazer que estou causando.

Aprendendo a amar!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora