Otávio Rangel é um contrabandista!
Na missão de ontem, fui até a empresa dele disfarçada como empresária de uma multinacional. Como a empresa dele estava disputando páreo a páreo com a Orange X, eu fingi esta interessada em um novo programa que ele oferecia para espionagem industrial. A princípio ele ficou desconfiado, e bom contrabandista que era ele já havia puxado a minha "ficha", claro que como parte da inteligência da polícia implantamos várias informações falsas e informações de sucesso das minhas transições o que o deixava seguro para trabalhar comigo.
Dito e feito, ele me levou até um escritório "particular" em sua empresa. Eu estava com escutas e uma câmera acoplada em meu cordão. Durante o caminho ele se gabava de estar a frente de uma operação bem arriscada e secreta ao extremo pois envolvia gente importante.
Alberto Herrera da Motta, pai do Poncho, veio a minha mente. Mas um motivo para não os prendermos com as provas que tínhamos. Porém se cavarmos mais nessa lama encontraríamos um "peixe grande".
Em suma, preparei o terreno para lá na frente pegá-los na curva. Nossa intenção e se infiltrar nesse negócio e assim chegar até o envolvimento do senador com toda aquela merda. O que eu já pensava na reação de Alfonso ao saber de mais uma de seu pai.
Por falar nele, ele não sai mais da minha casa. Ele e o cachorro vesgo dele.
Não reclamei porque as rodadas de sexo selvagem que ele passou a fazer tem me deixado bem viciada nele.
Cretino!
Hoje, domingo, ele está no meu banheiro se arrumando para irmos até a casa do amigo babaca dele pro tal churrasco. Eu não iria mas depois daquela sonsa dizer que estaria lá, eu não tive outra escolha a não ser ir também. Vai que ela se aproveita dele de novo e queira ensinar novos repertórios da vasta experiência dela?
Se foder pra lá!!
Em frente ao meu armário, coloco outro vestido, ele é soltinho, com cara de praia, o outro que eu havia posto anterior era recatado de mais. E se eu vou para a piscina, ser recatada era a última coisa que eu seria.
Sento-me na cama e espero o Poncho acabar de colocar sua roupa, ele coloca uma sunga vermelha com 2 listras brancas laterais, ele fica muito gastoso de sunga, muito gostoso mesmo.
– Nossa que bombeiro gostoso!! – Falo e dou risada de meu comentário.
Ele me olha com um sorriso torto.
– Bombeiro?! – Ele se olha no espelho.
– É, bombeiros usam sungas vermelhas.... – Olho-o de lado. – Tenho uma tara por bombeiros....
Ele balança a cabeça de um lado para outro, parece indignado com meu comentário.
– Brincadeirinha Poncho, nunca sai com um bombeiro.... – Tento consertar o que disse, nem sei por que mais tento.
– Mas tem uma tara por eles?! – Ele me olha sério.
– Estou tendo uma tara por você, de sunga vermelha!! – Ele sorri.
Ele coloca uma bermuda e uma camiseta branca.
– Vou comprar uma camiseta vermelha, um short vermelho, trazemos uma mangueira para o quarto, e brincamos de bombeiro. – Ele diz agora divertido.
Gargalho escandalosamente.
– E... pra que a mangueira?! – Arregalo meus olhos. – Estou contente com a sua mangueira. – Olho para sua área de lazer.
Agora é a vez dele gargalhar.
– Anjo, você é louca, vamos logo que já estou varado de fome!!! – Ele me arrasta pelo corredor distribuindo beijos pelo meu cangote. Se ele não parasse chegaríamos atrasado, já eram uma da tarde e nem café tomamos. Já que as rodadas de sexo, não deixou.
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Aprendendo a amar!
RomanceAnahí Portilla, uma mulher extremamente sensual, sedutora e durona. Detetive criminalista acaba se encantando pelo pacato veterinário Alfonso Herrera, um amante de animais e adepto a todas as formas de amor. Concepções diferentes sobre o amor! Camin...
