Vampire!Louis.
Louis Tomlinson já estava acostumado a viver na solidão, afinal, ser um vampiro é a sentença ideal para alguém tão amargo e frio como ele. De fato, morar longe da civilização em uma mansão duvidosa perto de uma floresta que exala per...
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A água azul e cristalina do lago em meio a floresta me faz suspirar satisfeito diante da beleza natural. Uma pequena queda d'água que cai sobre as pedras traz ao ambiente uma sensação de paz.
— Esse lugar parece um paraíso, Louis. – Comento emocionado depois de longos minutos admirando a paisagem.
Não obtenho resposta, então olho ao redor para ver onde o vampiro está e o encontro próximo à uma frondosa árvore.
— O que você está fazendo? – Indago, quase engasgando ao vê-lo sem camisa e abrindo o zíper da calça.
O corpo dele é indescritível, não muito musculoso, mas o suficiente para me deixar de queixo caído. Sua pele dourada, cintura fina e coxas grossas me fazem salivar vergonhosamente, e ainda tem as malditas tatuagens espalhadas por seu peitoral que sempre me fazem desejar tocá-las com os meus dedos.
Louis fica apenas com uma boxer preta e, como se algo me prendesse na imagem à minha frente, não consigo desviar os olhos. As vezes sinto que estou sob algum encanto que não me deixa parar de admirá-lo.
— Vou dar um mergulho – responde me encarando com diversão ao me flagrar babando nele. — Você vem? – Convida.
Confirmo com a cabeça não confiando em minha própria voz para falar.
Enquanto me dispo, sinto o seu olhar cravado em mim e me parabenizo mentalmente por praticar exercícios físicos regularmente. Não me considero uma pessoa envergonhada, mas é difícil manter-se concentrado em tirar a roupa quando se tem duas íris azuis te encarando sem pudor.
Entro na água devagar, sentindo-a fria nas minhas pernas, em meus quadris e em seguida, em meu peitoral. O vento que sopra contra a minha pele molhada faz os meus pelos eriçarem, então solto um risinho nasalado antes de dizer:
— Vou morrer congelado!
— Não seja dramático. – Ele comenta com um pequeno sorriso e contorna o lago.
Ele sobe em uma pedra e pula dela em um mergulho de cabeça, o que faz uma grande quantidade de água saltar para todos os lados.
Louis submerge escovando os cabelos com os dedos e nada para perto de mim, perto demais. Seu corpo praticamente encosta no meu, e eu posso sentir sua respiração em meu rosto, o sorrisinho ladino que ainda não abandonou seus lábios o torna ainda mais provocante.
Sinto-me trêmulo com sua proximidade, porém também sei jogar esse jogo. Inclino para mais perto dele e recolho com a ponta da língua uma gota de água do lóbulo da sua orelha, seus olhos se fecham com esse ato e eu aproveito para deslizar o meu indicador por sua clavícula, contornando delicadamente sua tatuagem do número 78.
Seus olhos azuis se abrem devagar quando eu cesso o carinho e seu olhar faminto rouba o ar dos meus pulmões. Uma das mãos de Louis toca o meu rosto simulando um pequeno tapa que me tira do transe.