Vampire!Louis.
Louis Tomlinson já estava acostumado a viver na solidão, afinal, ser um vampiro é a sentença ideal para alguém tão amargo e frio como ele. De fato, morar longe da civilização em uma mansão duvidosa perto de uma floresta que exala per...
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Abro a porta do quarto com um rompante violento na intenção de perguntar a Louis se ele sabe onde guardei o meu caderno de música, porém a cena em minha frente me deixa paralisado e de boca aberta.
O vampiro está saindo do banheiro envolvido pelo vapor da água quente que usou em seu banho recente. Ele tem uma toalha branca enrolada em sua cintura fina e com os dedos escova para trás os cabelos úmidos. Algumas gotas atrevidas escorrem fazendo um caminho tortuoso pela pele dourada do seu peitoral definido. O cheiro amadeirado do sabonete se espalha pelo ar, e eu respiro fundo para absorver ainda mais esse aroma excitante.
— Minha nossa senhora dos vampiros gostosos. – Exclamo, praticamente o devorando com os olhos.
— Nossa senhora do quê? – Ele zomba divertido.
— Dos vampiros gostosos – repito e me aproximo a passos lentos, umedecendo meus lábios que ficaram secos de repente. — Caralho Louis, você é perfeito – deslizo devagar a ponta dos dedos pelo seu abdômen e brinco com a ponta da toalha, fazendo menção de tirá-la. — É a porra do homem mais bonito que já vi. – Confesso sincero.
O vampiro dá um sorrisinho de lado, encosta os lábios no canto da minha boca e eu prendo a respiração.
— Me acha perfeito, babe? – rebate em um tom sedutor enquanto espalma uma das mãos na lateral do meu rosto e a outra descansa firme em meu quadril. — Estou longe de ser perfeito Harry, mas creio que posso te mostrar o que é perfeição. – Diz agora roçando os lábios nos meus.
Um magnetismo tão forte se instala entre nós que chega a sobrecarregar o ambiente. Louis afunda o rosto na curvatura do meu pescoço e lambe lentamente desde o meu ombro até a orelha, a qual mordisca a pontinha antes de perguntar:
— Você quer, anjo? Quer que eu te mostre a verdadeira perfeição? – Sinto um friozinho gostoso na barriga e engulo em seco.
— Eu quero, paixão. – Respondo baixinho e ele dá um sorrisinho ladino.
— Então feche os olhos. – Mesmo confuso com seu pedido, eu obedeço.
Ao fechar os olhos ouço meu bruxinho pronunciar algumas palavras em latim e, assim que sou permitido a abri-los novamente, percebo que agora o quarto está envolto na penumbra. Algumas labaredas de fogo dançam na lareira e uma música suave começa a tocar, vinda não sei de onde, porém o que mais me impressiona são os espelhos que aparecem em todas as paredes, inclusive no teto. Meus olhos admirados passeiam por todo o cômodo, assistindo nossas imagens refletidas por todos os lados.
— Isso é perfeição, Harry – Louis afima parado atrás de mim e eu sinto um arrepio por sentir o sopro do seu hálito em meu ouvido. — Você e eu juntos – profere, descendo as mãos pelas laterais do meu corpo até encontrar a barra da camiseta. O vampiro adentra por debaixo do tecido, fazendo com a ponta dos dedos movimentos aleatórios em meu peitoral. — Perfeição é como podemos nos amar hoje – ele sussurra, subindo lentamente a peça de roupa enquanto ergo os braços para ajudá-lo a tirar. — Eu posso, uh? Posso fazer amor com você? Posso idolatrar seu corpo como você merece, meu anjo?