Vampire!Louis.
Louis Tomlinson já estava acostumado a viver na solidão, afinal, ser um vampiro é a sentença ideal para alguém tão amargo e frio como ele. De fato, morar longe da civilização em uma mansão duvidosa perto de uma floresta que exala per...
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— O que você pensa que está fazendo no escritório do meu namorado, idiotão? – Indago e o outro dá um pulinho me encarando culpado.
Ontem a noite acabei esquecendo o livro que estou lendo no escritório do Louis e agora quando entro no cômodo para buscá-lo acabo por surpreender Luke mexendo no frigobar privado do vampiro. E pra atentar a vida dele resolvo assustá-lo.
— N-nada – responde passando disfarçadamente a mão na boca. — Vim procurar o Tomlinson.
— Sei – rebato debochado. — E o encontrou dentro do frigobar?
— O quê? – Ele franze o cenho, confuso.
— Você estava praticamente dentro da geladeira quando entrei, então suponho que estivesse procurando Louis ali dentro – comento segurando a risada e ele engole em seco. — Ou talvez você estivesse bebendo o sangue especial dele, o qual meu namorado te mandou ficar longe – acuso me aproximando do vampiro. — Acertei, não é? – Completo quando noto que ele coça a nuca envergonhado.
— Foi só um golinho, você sabe que esse tipo de sangue misturado com líquor é difícil de conseguir então... – cruzo os braços e arqueio a sobrancelha esperando a justificativa dele. — Não conta pro Tomlinson, por favor linguinha afiada. – Pede e eu resolvo provocá-lo.
— Não sei Luke, eu não gosto de esconder coisas do meu namorado – digo indo me escorar na parede fingindo estar pensativo. — O que você teria pra me oferecer em troca do meu silêncio? – o vampiro bufa frustrado e, quando percebo que Malak não sabe o que responder, eu dou um sorrisinho maquiavélico e chamo em tom neutro: — Louis?
Ele arregala os olhos e põe o indicador nos próprios lábios pedindo silêncio.
— Shhh, não precisa chamá-lo – resolve negociar. — Eu posso ir a Londres buscar o loiro tagarela pra passar o dia contigo. – Oferece um pouco afobado.
— Nah! Ele está viajando – esclareço dando de ombros. — Louis? – Chamo novamente um pouquinho mais alto e o vampiro tapa minha boca com suas duas mãos, negando com a cabeça.
— Posso convencer o Tomlinson a te levar junto quando formos caçar. – Diz suplicante e eu reviro os olhos.
— Primeiro que não quero vê-los matando os animaizinhos, e outra, quando eu quero algo do meu namorado eu mesmo o convenço, então... – explico segurando a risada por ver que o vampiro está cada vez mais desesperado. — Louis, vem aqui...
— Por favor Harry, fala logo o que você quer pra não me entregar.
— Sua moto. – Falo sem pestanejar e o outro faz uma careta desgostosa.
— Nem fodendo.
— LOUIS!?
— Tá bom, tá bom! – o vampiro concorda com os olhos faiscando de raiva. — Porra, tantas coisas que poderia me pedir foi escolher justo a minha motinho. – Reclama um tanto dramático.