Parece faltar algo em sua vida, uma parte da garota a deixou naquele dia. Assim como as paredes brancas daquela casa se tornaram vermelho sangue, algo dentro de Alyson se foi junto com as lembranças bloqueadas pela sua mente. Como seria possível sen...
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Ao sentir os primeiros raios de sol atingirem meu rosto através da janela, cuja as cortinas estavam abertas. Tateei o lugar ao qual estava com a cabeça encostada e pude tocar a pele macia por baixo dos dedos.
— Bom dia, Michel!— A voz mais rouca que o normal chamou minha atenção, mas me recusei a abrir os olhos.
Continuei a tocar sua pele macia, sentindo todos os gominhos de sua barriga trincada, até chegar no tecido em que acredito ser o cós de sua calça. Lentamente continuei a movimentar minha mão, e enfim encontrei o que tanto queria. Passei à mão pela extensão da sua ereção matinal e ouvi Hacker resmungar.
— Alyson você não é sonâmbula, se vai me tocar ao menos me olhe nos olhos— Seu tom de voz era firme, mas me mantive da mesma forma— Sua convarde.
Foi o suficiente para que eu abrisse meus olhos e olhasse na direção dos seus. Vincent estava com um sorriso vitorioso nos lábios, mas em seu olhar eu vi o puro pecado da luxúria, o desejo e a ânsia por mais.
Senti meus pelos se arrepiarem e minha alma se tornar inquieta com a visão perfeita à minha frente. O homem estava com um braço em baixo da cabeça, fazendo com que o músculo estivesse contraído. O peito tatuado também não ficava para trás, mas sua barriga definida e cercada de desenhos foi a minha perdição.
Mas o que de fato chamou minha atenção, foi a tatuagem em sua costela. Ali havia o desenho de dois olhos azuis acinzentados, a única dentre todas às outras que obtinha uma tonalidade que não fosse preta, e ainda mais por ser uma cor tão intensa. Era como se ele à quisesse bem destacada, como se fosse o centro de tudo.
Era como se eu estivesse me vendo diante de um espelho, pois aqueles não eram quaisquer olhos...eram os meus.
— Pergunte de uma vez, consigo ver o ponto de interrogação na sua testa— Sorri com seu nervosismo.
— Sou eu, não sou?— Ele apenas concordou com um movimento de cabeça— Por que na costela?
— Eva surgiu da costela de Adão— Sua mão direita foi de encontro aos meu cabelos, me fazendo um carinho gostoso— E você surgiu da minha. Nada mais justo do que ter uma parte sua comigo.
— Não acha que se ilude demais, Hacker?— Pergunto com certa indignação por ele falar tudo com tanta certeza.
— Me considero um homem decidido— Esfreguei a cabeça contra sua mão, como um gato manhoso esperando por mais carinho— Te ver dessa forma...tão submissa, vai me matar.
Meu olhar que antes julgava ser de admiração, provavelmente havia se tornado de puro desejo. De alguma forma saber que Hacker me tem tatuada em seu corpo, alcançou uma parte do meu ego e causou um efeito muito grande em mim, fazendo com que agora nós dois quiséssemos concluir o que foi começado na floresta noite passada.
Minha mão que nunca deixou seu pau ereto, começou a massagear com calma toda à extensão da coisa enorme ao qual ele carregava entre as pernas grossas. Ainda não havíamos quebrado a conexão visual, mas quando apertei com um pouco mais de forças sob a calça, Hacker revirou os seus belos olhos e aquilo foi o limite para mim. Eu precisava vê-lo sem aquela porra de tecido me atrapalhando, eu precisava colocar tudo aquilo na boca.
Sentei-me de forma rápida e desengonçada, e pude ver que ele não me ajudaria com os botões, pois queria que o que eu estivesse prestes a fazer fosse completamente pelo meu desejo. Assim que finalmente consegui dar um jeito naquele fecho de merda, puxei a calça de uma vez, tendo a visão perfeita de sua glande saindo para fora da cueca que agora parecia apertada demais para o seu membro.
A cabeça do pau de Vincent era vermelha como um morango, e parecia ser tão doce e suculenta como um. Pude ver o quanto ela brilhava pela sua lubrificação natural, me dando a imaginação do quanto ele me quer. Quando enfim comecei a descer lentamente sua boxer, me assustei com todo o seu cumprimento.
Aquela porra não caberia por inteira na minha boca nem se eu fizesse garganta profunda, mas eu temia mesmo era por minha buceta que sentiria aquele monstro por inteiro.
— Perdeu a coragem, Piccola?— Sua provocação me fez o pegar de uma vez em minha mão. Segurei com firmeza e comecei com leves movimentos de vai e vem— Michel, porra!
Seu xingamento era mais uma súplica para que eu fizesse com mais velocidade, mas seria no meu ritmo. Aproximei meu rosto enquanto observava suas expressões de prazer, e era eu quem o estava proporcionando tudo isso.
Coloquei minha língua para fora e finalmente senti seu sabor. O homem dos cabelos loiros abafou seu gemido quando lambi ao redor de toda a cabeça rosada e logo depois à coloquei em minha boca. Pude ver o quanto ele se controlava para não tomar as rédeas, e isso fez com que eu o chupasse com mais empenho. Minha boca alcançava pouco menos do que a metade, então tive de utilizar às mãos para acompanhar meus movimentos.
— Mais fundo, Alyson— Sua palma alcançou meus cabelos. Ele estava pronto para conduzir— Preciso sentir essa boca quente cobrindo o meu pau.
Suas palavras soaram como um aviso, já que Hacker começou a foder minha boca sem dó alguma. Seus quadris se erguiam frenéticos e a mão que estava no meu cabelo me impulsionava contra seu corpo, me fazendo sentir seu membro bater contra a minha garganta seguidas vezes.
Mas de repente, ele afastou minha cabeça de seu corpo, apenas para que pudesse olhar em seus olhos com foco. E sua palma aberta veio de encontro ao meu rosto, me fazendo sorrir involuntariamente para seu ato.
— Vou gozar na sua boca e você vai engolir tudo, como a boa vadia que é— Outro tapa estalado— Me chupa porra!.
E assim eu o obedeci, engolindo seu membro e preenchendo minha boca com rapidez, enquanto o sentia inchar cada vez mais. Me senti engasgar umas três vezes, mas Hacker estava mais focado em voltar a foder a minha boca com todo o seu empenho.
— Você é a minha puta, Alyson— E assim, me faltou ar quando ele enfiou fundo e gozou em jatos quentes na minha garganta, fazendo com que meus olhos se enchessem de lágrimas e quase engasgasse com sua porra. Mas não desperdicei nenhuma gota— Só minha.