⚠️ Essa fic está em processo de revisão.
Mentira e amor, ambos caminhando lado a lado. Uma história de mistério onde Vegas, aparentemente é aberto demais, enquanto Pete parece guardar segredos de todos. Uma teia desastrosa os envolve os levando dire...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
O desejo de poder pode ser uma força tanto positiva quanto negativa. Por um lado, pode impulsionar pessoas a liderar, inovar e alcançar grandes objetivos, beneficiando tanto o indivíduo quanto a sociedade. Por outro lado, pode levar à corrupção, manipulação e comportamentos antiéticos, causando ambientes tóxicos e injustiças. O equilíbrio entre a ambição saudável e o respeito pelos princípios morais é essencial.
_______________________
— Nossa... — o Vegas diz, melancólico, olhando para o estado deplorável que sobrou da antiga fábrica. — Imagino que doa em você olhar para isso...
Ela está pior que antes.
— Um pouco — sorrio, um tanto amargo, amenizando sua preocupação.
— Vamos — disse, apontando para a entrada dela. Estamos de pé na calçada.
— Vamos apenas olhar daqui — digo, pois estou preocupado com o estado do interior do lugar.
— Mas eu quero ir lá dentro.
Nossos braços estão entrelaçados e o Vegas está segurando a manga da minha camisa.
— Está caindo aos pedaços. É perigoso — informo, preocupado.
— Mas eu quero.
Ele me solta para se aproximar da entrada, tal como uma criança curiosa.
— Tsc. O que eu faço com ele? — pergunto para mim mesmo, coçando a nuca.
— Com ele eu não sei, mas ele pode muito bem te pôr numa coleira e sair puxando, porque é só o que falta.
Esqueci que esse idiota está a caminho daqui.
— Conhece algum neuro? Sinto que tem algo errado aqui — aponto para minha cabeça.
— Não. O que tá errado, além da cara feia? — O Nop continua a me provocar.
— Minha memória costuma ser ótima, mas estranhamente agora não me lembro de ter pedido a sua opinião — digo, com tédio.
— É que cê tá mais focado em cadelizar. Já aprendeu a latir, Pete? Faz au au, faz — sorri, me provocando.
— Rato ensinando a latir? — O olho dos pés à cabeça, com desprezo.
— Esse hater contra mim é inveja — ele joga o cabelo para trás.
— Só porque você é um inseto não significa que seja uma borboleta — viro de frente para ele, guardando as mãos no bolso.
— Pete, já falei que te odeio? — Ele coça a testa, impaciente.
— Me odeia porque é feio; se fosse bonito, andava comigo — minha vez de levar o cabelo para trás.