⚠️ Essa fic está em processo de revisão.
Mentira e amor, ambos caminhando lado a lado. Uma história de mistério onde Vegas, aparentemente é aberto demais, enquanto Pete parece guardar segredos de todos. Uma teia desastrosa os envolve os levando dire...
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Para dominar as emoções, primeiro é preciso entendê-las. Reconheça o que sente sem negar ou reprimir. Respire, observe e escolha como reagir.
Emoções não devem ser ignoradas, mas sim direcionadas com inteligência. Controle não é frieza, é saber quando agir e quando esperar.
Quem mantém a cabeça fria no caos continua no comando. Domine suas emoções antes que elas dominem você.
O verdadeiro poder não está na impulsividade, mas no controle. Paciência, estratégia e inteligência emocional são mais fortes que a força bruta.
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— Pete... — Chai encara a imagem de Porsche com desprezo, uma expressão de tédio absoluto. — Eu vou te dar a chance de parar enquanto pode. — A voz arrogante dele sempre me irritou, cada ato de sua mania de superioridade.
Eu solto uma risada seca, inclinando a cabeça para o lado.
— Eu esperei muito tempo para isso. Todas as vezes em que você armou para mim e ainda tinha a audácia de vir debochar na minha cara. — Minha voz carrega um amargor cortante. — Não vou parar agora.
Chai suspira, como se estivesse lidando com uma criança birrenta.
— Você está agindo feito um menino mimado. O que quer é apenas minha atenção.
Meus olhos se estreitam.
— Sua chantagem emocional não funciona comigo desde a adolescência. Se poupe. — Minha voz é firme.
Ele me observa com aquele olhar calculista, sempre buscando uma brecha para manipular.
— O que está fazendo com Porsche é apenas sua vingança como irmão. Você não suportava que ele fosse de outro sangue.
Típico. Chai sempre tentava me desestabilizar com seus joguinhos. Mas não vou cair nessa. Porsche levanta o olhar para mim, seus olhos expressando uma pergunta silenciosa. Ele quer uma resposta.
Quer saber se há alguma verdade nas palavras de Chai.
— Isso nunca me importou. — Esclareço. Então, por que estou fazendo isso? De alguma forma, os olhos dele me incomodam.
Chai percebe a hesitação e, como o predador que é, ataca.
— Você mesmo me disse isso, querido. Quando criança, me contava que não gostava de ficar perto dele porque não eram iguais. — Seu tom é convicto, como se ele próprio acreditasse na mentira que conta.
Eu abro a boca para rebater, mas, antes que consiga, Porsche se pronuncia.
— Eu disse... — Ele começa, seu tom melancólico. — Você me excluía por isso.