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Mentira e amor, ambos caminhando lado a lado. Uma história de mistério onde Vegas, aparentemente é aberto demais, enquanto Pete parece guardar segredos de todos. Uma teia desastrosa os envolve os levando dire...
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A partir do momento em que eu soube da escolha de quem iria ser o CEO substituto, tive a certeza de que Pete entraria em crise.
Embora eu suspeitasse que Porsche seria escolhido para tal cargo, desejei que não acontecesse.
Uma vez que o filho fantoche assumir a liderança, praticamente será Chai no poder.
Não sabemos ao certo o que ele quer, porém tenho minhas próprias suspeitas.
No inicio, pensei que Chai só queria o dinheiro, mas agora vejo que isso tem chegado em outro nível. Ele está ficando louco.
Por isso Pete tem minha admiração desde que era uma criança e o enfrentou defendendo seu próprio ponto, infelizmente isso lhe custou, e ainda custa, sua saúde mental e as vezes até mesmo física.
Para mentes possessivas e doentias, uma criança inteligente feito Pete será disputado até que alguém perca a vida.
E enquanto Pete for o rei nesse tabuleiro, ninguém poderá tocá-lo, nem mesmo eu.
O que torna tudo mais preocupante para mim, pois eles irão cança-lo até que ele ceda e Pete jamais fará isso, ainda que lhe custe a vida.
Aquele moleque é assustadoramente teimoso quando quer.
Eu só espero que minha saúde aguente até que ele esteja livre.
Assim que cheguei na sala e Chai finalizou a ligação com a minha criança, eu senti meu coração apertar.
Seu sorriso prazeroso é o motivo.
Se ele está sorrindo, Pete está gritando por dentro incapaz de derramar o que deveria.
Pete já suporta tantas coisas por causa deste maldito e até mesmo quando deveria respirar, ele não pode.
— Talvez seja melhor você ir ver o meu filho, querido Top. — Chai mantém aquele sorrisinho costumeiro, o qual Pete sabe usar tão bem quanto ele.
— Para algumas pessoas, nomenclaturas podem aliviar, principalmente para aquelas que não recebem tal reconhecimento de quem gostariam. — Caminhei para minha mesa, ignorando sua arrogância. — Ou melhor, almejam.
Ouço sua risada sarcástica.
— Você deveria ser grato a mim por ter empurrado ele para você. — Zomba, levantando-se da cadeira do presidente. — Afinal, nós sabemos muito bem que ele é um cachorrinho carente que só correu para você depois de ser chutado por mim.
O tom arrogante dele é insuportável.
— "Cachorrinho carente"? — Sorrio sem emoção. — É sempre muito bom ver que você continua sem o conhecer. É por isso que Pete está sempre a um passo na sua frente. — Encaro-o, recostando-me sobre o assento.
— À minha frente? — Ele ri. — Nós dois sabemos que ele já deve estar quebrando o lugar em que está ficando. Quem realmente está na frente de quem? — Caminha até a frente da minha mesa com as mãos no bolso e a postura erguida. — Pete sempre será lido por mim, pois sou eu quem o controlo.