POR QUE O PROIBIDO TEM QUE SER ALGO TÃO TENTADOR?
O que fazer para deixar o passado para trás e não permitir que a dor da desilusão nos impeça de desfrutar o presente? Amber, uma loira de olhos azuis, de dezenove anos de idade e uma beleza capaz de...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Sem eu esperar, meu celular começa a vibrar dentro do bolso da minha calça, embaixo da Amber que estava sentada em mim.
— Opa! — Disse ela, se levantando.
Amber se agacha, pegando suas roupas e eu me afasto, fechando minha calça, e pegando meu celular no bolso ao mesmo tempo.
— Alô! — Atendo, olhando rápido para trás.
— Glock solicitando código!
Puta que pariu!
Eu não podia atender aquela ligação. Não ali, não agora.
Meu chefe jamais aliviaria para mim, se eu acabasse me enrolando como a última vez.
— Glock solicitando código!
PORRA!
— Nick? — Ela toca meu ombro, fazendo com que eu vire em um giro de 180 graus, mais rápido que um compasso.
— O-oi! — Tampo a saída de áudio com a mão, bem nervoso.
— Está tudo bem? — Disse, vacilando o olhar no celular na minha mão.
— Tudo... só preciso atender essa ligação...
— Okay... — seu tom muda e ela recua com uma expressão magoada. — Vou indo... depois nos falamos...
— Amber!
Chamo-a assim que ela toca a maçaneta, e ela se vira para mim de longe, abraçando seu braço esquerdo com a mão direita, como se estivesse retraída e ferida.
Ela não me responde, mas me olha esperando que eu dissesse algo, já que impedi que ela saísse.
— Podemos nos ver hoje à noite?
— Sim... acho que podemos...
— As oito, então!
Ela balança a cabeça e parte sem nem olhar para trás.
(...)
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.