POR QUE O PROIBIDO TEM QUE SER ALGO TÃO TENTADOR?
O que fazer para deixar o passado para trás e não permitir que a dor da desilusão nos impeça de desfrutar o presente? Amber, uma loira de olhos azuis, de dezenove anos de idade e uma beleza capaz de...
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Meus olhos reviravam enquanto ele estocava repetidamente dentro de mim, com toda sua extensão longa e robusta repassando diversas vezes pelos meus lábios encharcados, tocando meu ponto G. Suas mãos me apertavam, e sua estrutura inteira trabalhava loucamente para me proporcionar o melhor orgasmo do mundo. Era maluco vê-lo se contorcer de pé na minha frente, com seu pau quase jorrando dentro de mim. Ele estava perto do clímax e eu também. Logo, um trocar de posição inesperado, quando suas mãos me agarram, me girando de quatro em cima da cama, fazem minhas unhas arrastarem pelo colchão, sua boca volta a marcar minha pele, é selvagem, é alucinante, ele beija cada parte minha, deixando sua saliva na minha fenda. Mordidas cravam no meu bumbum, ele me chupa, me aperta, sinto sua língua passar pela minha buceta até o meu ânus, mostrando o quanto ele estava louco, fazendo-me ver estrelas.
Caralho!
Minhas pernas estão bambas, não vou conseguir continuar, mal consigo me manter com a bunda empinada porque ele está tirando todas as minhas forças. Seu pau volta a me castigar no momento em que menos esperava e que meu corpo mais precisava. O orgasmo é instantâneo, e quando meu líquido toma ele, escorrendo pelo seu membro, pingando de tão intenso que foi, sinto seu pau explodir de volta no meu interior, derramando todo seu leite.
Céus... se esse homem me pedir em casamento agora, eu juro que dessa vez eu caso.
Eu era dele, eu sabia disso. Não tínhamos mais capacidade alguma para pensar, quem dirá falar, então deitamos na cama, exaustos, os dois nus, olhando para o teto, respirando como loucos. Logo com o canto dos olhos, vi Nick me observar, e com isso me virei para ele, apreciando silenciosamente o jeito que ele me olhava. Tinha um desejo e uma saudade que me faziam questionar se aquela noite realmente existiu, se toda aquela cena foi mesmo real ou se tudo não passava apenas de uma ilusão que ele havia criado novamente para mim.
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Mas aí, do nada, uma trombada. Um CHOQUE. Algo que faz minha expressão mudar bruscamente, assustando o Nicholas.
— Amber? — suas sobrancelhas arqueiam, preocupados. — Ei, está tudo bem?
Minhas mãos se jogam para a minha barriga e isso deixa Nicholas três vezes mais agoniado.