POR QUE O PROIBIDO TEM QUE SER ALGO TÃO TENTADOR?
O que fazer para deixar o passado para trás e não permitir que a dor da desilusão nos impeça de desfrutar o presente? Amber, uma loira de olhos azuis, de dezenove anos de idade e uma beleza capaz de...
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— Senhor Parker?
Aquela vadia da Amber, me enganou!
— Senhor Parker, está me ouvindo?
— O QUE É CARALHO!
— Senhor, seus pais chegaram, e estão esperando pelo senhor e a senhorita Petrova, na sala de jantar.
Arrasto os pés da minha cadeira brutalmente, e avança para cima da empregada agarrando o pescoço dela com minhas mãos, como um leão abocanha uma zebra.
— Está vendo a senhorita Petrova, aqui sua puta? — Falo na cara dela, sentindo-a tremer de medo entre meus dedos.
— S-senhor... senhor... — ela sufoca. — P-por favor.
— Avise meus pais que estou passando mal, e chama a ninfeta daquela jardineirazinha aqui, porque eu quero foder ela! — Ordeno, soltando-a com força, empurrando-a na parede.
A bosta da empregada cai no chão com aquela bunda pobre dela, e logo se põe de pé saindo às pressas do meu quarto.
Poucos minutos depois, três toques na minha porta fazem eu sair do celular.
— Entra! — Mando destrancando a porta.
— O senhor pediu que me chamassem?
Kimberly, a jardineira gostosa que trabalhava na casa dos meus pais, entra no meu quarto com aquele uniforme colado, que mais parecia uma fantasia erótica. A mulher tinha uns vinte e três anos e era linda para caralho. Não dava para entender porque minha mãe ainda não tinha demitido ela, já que a velha era mais ciumenta que três cornos juntos. O lado bom, é que enquanto a ruiva estava lá, eu podia me divertir.
— Estou estressado. Tira a roupa e me chupa!
A safada morde o lábio e começa a desabotoar a blusa.
— E o que eu vou ganhar com isso?
E o lado ruim, é que a filha da puta, sabia que chupava bem. Tão bem que cobrava o olho da cara.
— Eu pago quanto você quiser, porra. Só ajoelha logo! — Agarro a nuca dela, enrolando seu cabelo na minha mão, fazendo-a cair de joelhos na minha frente.
— Meu preço subiu, senhor Parker.
— O quê? — Digo olhando-a de cima, enquanto ela abre minha calça.