POR QUE O PROIBIDO TEM QUE SER ALGO TÃO TENTADOR?
O que fazer para deixar o passado para trás e não permitir que a dor da desilusão nos impeça de desfrutar o presente? Amber, uma loira de olhos azuis, de dezenove anos de idade e uma beleza capaz de...
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— Eu amo! — Ela assume, mas não com o olhar que eu esperava.
— Por que diz isso tão triste?
— Porque se eu não tentar me convencer do contrário, cometerei os mesmos erros de antes. E eu não posso ser fraca agora... não mais.
Amber se levanta e, enquanto tento entender o que ela quis dizer com isso, vejo-a seguir para o banheiro, ligando a água para limpar suas lágrimas.
— Por que não começamos do zero? — Questiono, chegando por trás dela.
— Acho que é um pouco tarde para isso, não acha? — Respondeu, me olhando pelo espelho na sua frente. — Temos um filho, e não é algo que se apaga, só para começarmos do zero.
— Não estou falando do Icaris, estou falando da gente, Amber. — Falo pegando-a pela cintura, virando-a para mim. — Icaris é nosso filho e isso não vai mudar, mas nós podemos fazer diferente agora. Sem mentiras, sem enrolação, sem segredos.
— Uma vez você me disse que acreditar em mudanças e perdoar, me fazia uma máquina de perdão, e que isso significava dizer que "tudo bem" viver sendo infeliz. O que mudou?
— Mudou o que a gente sente um pelo outro, e o quão estamos determinados a fazer dar certo! Você é minha alma, Amber, e eu nunca duvidei disso.
Ela fica paralisada depois que digo aquilo.
— Merda, era melhor ter dito que me amava de novo ao invés de acender fogos no meu coração.
Como ela se fixa na minha boca, torna-me incapaz de esperar um segundo mais para devorar aqueles lábios. Eu seguro sua nuca e beijo sua carne macia como veludo, sentindo-a me corresponder com sua língua quente, de um jeito que me entrego inteiramente, agora que sabia que ela era minha de novo. Nosso beijo se intensifica e, contra meu peito, sinto os mamilos dela endurecerem de excitação. Eu a giro de costas para mim, e no reflexo do espelho na nossa frente dentro daquele banheiro apertado, vejo sua pele ficar vermelha. Com meu peito colado nas suas costelas, começo imediatamente a devorar seu pescoço. Ela planta as mãos na pia para se apoiar, como se me esperasse, implorasse por mim. Eu levanto seu vestido, mato a saudade da porra daquela bunda maravilhosamente redonda, desfaço a fivela do meu cinto, e desabotoo a calça, deixando-a descer até a metade das minhas pernas. Em segundos, eu já tinha jogado a calcinha de renda preta dela para o lado, entrando com toda minha grossura na sua entrada molhada.
— Ai.... meu... porra... Amber!
— Céus... — Gemeu.
— Você está muito mais apertada... — Digo, preenchendo-a, entrando e saindo, enquanto chupava seu pescoço e apertava seus peitos.
— Droga... — Resmungou, não conseguindo segurar os gemidos.
Sua bunda estava empinada para mim, enquanto eu escorregava para dentro dela com todo seu líquido lubrificante encharcando meu pau. Meses sem trepar com ela e agora que estou dentro da sua intimidade, me pergunto como suportei tanto tempo.
Aquilo estava bom demais para durar mais tempo, era uma puta sensação maravilhosa e, quando toquei seu clitóris ainda metendo na sua buceta, sabia que seu gozo estava próximo.
— Por... por favor... — Sua cabeça se joga para trás, encostando no meu peito e tremendo nas minhas mãos, é aí que meto mais fundo, acariciando seu ponto G.
De repente, o choro do bebê nos faz saltar.
— Merda!
Me negando a sair dali sem senti-la se derramar no meu membro, eu tampo seus lábios com as mãos, sussurrando no seu ouvido:
— Foda-se. Não tem pressa. Nós não vamos sair daqui enquanto você não gozar.
Guio o quadril dela até ela esquecer completamente do mundo lá fora, invadindo-a com meu pênis, com meus músculos em volta pulsando para gozar também. A sensação do quente me tomando vem com seus olhos revirando através do espelho, ali meu esperma jorra dentro dela.
— Você ainda me mata, garota! — Bufo, colando minha testa no mesmo segundo em suas costas, e ofegantes esperamos nossa adrenalina baixar.
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